O verão chegou, e assim como o calor, as férias, viagens e idas para praias, clubes e piscinas também. O período, no entanto, costuma ser marcado pela pressão por um corpo em forma e um físico mais atlético.
Assim, o chamado “projeto verão” surge como um planejamento específico e a busca por um estilo de vida mais saudável, o que inclui o retorno às atividades físicas e alimentação balanceada.
Mas, para quem não adquiriu uma preparação adequada e abusou das festas de fim de ano, esta tendência é ainda mais percebida em janeiro, quando ocorre uma corrida por resultados rápidos de emagrecimento para reverter o ganho de peso. Após passar o ano inteiro com uma vida mais próxima do sedentarismo do que do mundo fitness, os dias mais quentes do ano despertam um alerta nas pessoas, que muitas vezes envolve dietas restritivas que causam riscos à saúde.
A nutricionista e docente de nutrição do UniToledo Wyden, Adriane Lemos, explica que as promessas milagrosas são focadas apenas nos resultados estéticos e a curto prazo, sendo que apostar em medidas drásticas e agressivas para emagrecer pode provocar inúmeros problemas para o organismo.
“As dietas restritivas não fornecem os nutrientes adequados para o bom funcionamento do organismo. E além de não fornecer os nutrientes essenciais, vai promover alteração metabólica e alteração nos hormônios, como insulina e leptina. Isso faz com que o indivíduo sinta mais fome.”
