Nesse mundo cada vez mais globalizado, uma das preocupações que os pais têm ao pensar na educação dos filhos é na inserção da aprendizagem do inglês como segunda língua. Como já falamos em um post anterior, falar inglês com fluência abre muitas portas profissionais e pessoais, ao facilitar o acesso à informação nessa imensidão de conteúdo que é a internet e à comunicação com pessoas do mundo todo.
Mas quando será a idade certa para iniciar os estudos regulares do inglês - ou de outra língua? Conversamos com Raquel Molnar, diretora do Instituto Cultural Britânico de Três Lagoas, e descobrimos que, na verdade, não existe consenso entre os especialistas para definir esta questão, porém que o mais praticado é que, até os 4 anos, o hipocampo - que é uma parte do cérebro bastante relacionada à memória de longo prazo - ainda está em formação e, por isso, a partir dos 4 anos, a exposição a um idioma e seus elementos de forma constante, e não esporádica, provavelmente será benéfica para o aprendizado dessa nova linguagem.
“Na infância, a língua materna e uma segunda língua coexistem no cérebro como se fossem uma coisa só. Então, a dinâmica para o ensino é fantástica, porque a criança aprende de forma muito natural até a puberdade, construindo o aprendizado muito mais rapidamente do que para o adulto, que já está com suas funções cerebrais mais definidas. Por isso, o adulto leva mais tempo para aprender um novo idioma do que a criança, já que ele depende mais de sua língua materna, que já está consolidada e causa interferências na aprendizagem”, explica a diretora.
Sempre há tempo!
Se você está começando a aprender uma segunda língua ou pensando em começar, não desanime: ao iniciar o aprendizado, o adulto vai se desprendendo de algumas muletas linguísticas e desenvolvendo-se, porém, isso consome mais tempo do que para uma criança. “Mas é importante colocar que, uma vez que você aprende um novo idioma, o cérebro aprende o caminho para essa função específica, e torna-se mais fácil aprender uma língua. Sendo assim, quando um adulto se propuser a estudar a terceira ou quarta língua, o tempo gasto será menor”, pontua Raquel.
E a alfabetização?
Raquel garante: não há nenhuma interferência de uma segunda língua na alfabetização de crianças em sua língua materna, pois elas estão extremamente abertas a novos sons, e trabalham isso de forma clara e natural. “Se forem expostas ao inglês ou espanhol ou qualquer outra língua desde a primeira infância, a chance de elas terem sotaques, por exemplo, é muito menor do que se ela aprender a língua na fase adulta”, ela diz.
A única ressalva que a diretora destaca é que a parte escrita da língua deve ser apresentada à criança apenas depois de um contato consistente com a alfabetização na língua materna. “São duas coisas distintas: a oralidade pode estar presente a qualquer momento e a escrita deve vir após a pré-alfabetização estar concluída”, finaliza.
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