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Estrabismo tem cura? - Equipe do Instituto dos Olhos de Três Lagoas esclarece o assunto

Estrabismo, popularmente conhecido como vesgueira, é o nome dado à anomalia ocorrente nos olhos que perdem o alinhamento correto.

Julia Rafaela  - Hojemais Três Lagoas 
01/10/20 às 08h59

Você já ouviu falar em estrabismo? - Bom, é muito provável que sim, no entanto, a doença é mais conhecida como "vesguice" ou "síndrome do olho torto", uma vez que a condição impede o olhar para uma mesma direção ao mesmo tempo, ou seja, os olhos perdem o alinhamento correto. Vale ressaltar que a doença é muito comum ainda na infância mas também pode atingir os adultos. 

Pensando nisso, hoje a equipe de Instituto dos Olhos de Três Lagoas vai esclarecer algumas dúvidas em relação ao estrabismo, como as causas e tratamento. Confira! 

O que causa o estrabismo?

Nossos olhos possuem seis pares de músculo, ambos comandados pelo nosso cérebro e trabalham para manter o alinhamento correto da nossa visão, no entanto, existem alguns fatores que podem comprometer esse controle dos músculos, provocando o estrabismo. Veja alguns desses fatores: 

  • Dificuldade motora em controlar o movimento dos olhos;
  • Doenças neurológicas, como acidente vascular cerebral (AVC);
  • Questões genéticas, como Síndrome de Down;
  • Questões oculares (catarata congênita), infecciosas (meningite, encefalite), da tireoide, diabetes e hereditariedade.
  • Baixa visão dos olhos;

Grau elevado de hipermetropia, quando a pessoa é obrigada a aproximar-se, para compensar a dificuldade da visão.

Quando existe um esforço excessivo para enxergar, a pessoa fica suscetível a um distúrbio chamado endotropia acomodativa, que prejudica esse alinhamento dos olhos. A condição costuma se manifestar aos dois anos de idade, no entanto, pode surgir em uma idade um pouco mais avançada também e pode ser corrigida com óculos de grau. 

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Tipos de estrabismo

Sim, existe mais de um tipo de estrabismo. De acordo com Conselho Brasileiro de Estrabismo (CBE) são 5 tipos de desvio causados na visão: 

  • Estrabismo convergente, ou esotropia: quando o olho é direcionado para o nariz;
  • Estrabismo divergente ou exotropia: quando o olho é direcionado para as orelhas;
  • Estrabismo vertical ou hipermetropia: quando o olho é voltado para cima (para a testa), ou para baixo (para o lado das bochechas).
  • Estrabismo alternante: o desvio pode variar entre um olho e outro (ora no direito, ora no esquerdo).
  • Estrabismo intermitente: quando há variação de alinhamento e desvio, ele não se manifesta constantemente. Esse tipo de estrabismo é mais comum nos desvios divergentes.
imagem ilustrativa

Estrabismo tem cura?

Sim, existe cura, no entanto, quanto mais cedo diagnosticado maiores são as chances de sucesso no tratamento.

Quando a doença se manifesta em adultos um dos métodos mais utilizados é a cirurgia de correção ou até mesmo óculos, que visam amenizar o problema. Além disso, caso identificado a necessidade, o especialista também pode utilizar exercícios ortópticos para o fortalecimento do músculo e aplicação de colírios. Mas lembre-se: o melhor tratamento só pode ser indicado por um oftalmologista de sua confiança!

Em  de até seis meses, é muito comum o uso do tapa-olho, uma vez que opção não é invasiva e obriga a criança a usar apenas no olho que está desalinhado, ajudando a desenvolver os músculos deste olho.

Agora, caso o estrabismo se manifeste em crianças um pouco mais velha, o ideal é o uso do tapa-olho em conjunto com o óculos de grau, isso porque dependendo da idade a criança já não enxerga de maneira adequada. 

Vale ressaltar, que o tapa-olho é uma das alternativas mais indicadas e é muito comum ver pessoas com estrabismo que fazem o uso, até mesmo em adultos.

Cirurgia para estrabismo

Conforme citamos acima, existe a cirurgia para correção, no entanto, ela só é indicada quando o estrabismo persistir mesmo após os tratamentos. O que determina se a operação irá ocorrer em um olho ou nos dois é o nível do desvio em conjunto com a indicação vinda por parte do especialista no assunto. 

Erros comuns em relação ao estrabismo

Muitas pessoas acreditam que o problema desaparece de forma natural de acordo com o crescimento da criança, no entanto, ainda nos primeiros sintomas que são bem evidentes devido a perda do alinhamento, é essencial procurar um oftalmologista, visando uma avaliação e um diagnóstico adequado. 

Essa procura emergencial por um médico se deve ao fato de que a doença tem cura, mas conforme citado, as chances de sucesso no tratamento são maiores quando o diagnóstico é feito precocemente. 

E para manter a saúde ocular em dia, procure fazer visitas periódicas a um especialista de sua confiança. O Instituto dos Olhos de Três Lagoas por exemplo conta com profissionais altamente qualificados, além disso a clínica é referência na cidade de Três Lagoas e região. 

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Falar Sobre o Instituto dos Olhos de Três Lagoas é conhecer o início da especialidade aqui no município, isso porque a Clínica foi fundada em 1975 pelo médico oftalmologista Dr. Marco Antonio Bonini, figura de grande renome no Estado de Mato Grosso do Sul. Ao todo são 47 anos de experiência e os avanços são contínuos quando se trata de tecnologia, qualificação e domínio de técnicas mais modernas.

Bonini formou-se em 1972 na Universidade Federal Fluminense, localizada em Niterói no Rio de Janeiro, onde fez residência médica e adquiriu experiência. Pautado na busca pelo aperfeiçoamento e modernização de suas técnicas profissionais.

Hoje a Clínica dos Olhos de Três Lagoas conta com seis médicos oftalmologistas, incluindo o Dr. Marco Antonio Bonini, especialista em Catarata, Cirurgia refrativa, Córnea e Glaucoma.

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