Com o tempo e os avanços tecnológicos, os motores têm sido alvo de constantes melhorias por parte das fabricantes. Cilindros, brunimento, camisas, cabeças dos pistões... Todas essas peças passaram por melhorias.
Mas, ainda assim, depois de 200 a 300 mil km, mesmo que a manutenção correta aumente a durabilidade e a qualidade do veículo, é necessário passar pela retífica. E há contratempos que podem motivar uma retífica, como o calço hidráulico.
Quando isso acontece, a água que entra impede que o motor faça a compressão, empenando e até quebrando as bielas. No calço, o motor trava – ou seja, fica fácil perceber que houve algo errado.
Há problemas de desgaste das paredes dos cilindros, bielas e virabrequim, por exemplo, que requerem retífica e que não dão sinais tão simples. Nesses casos, o motorista deve ficar atento a dois sintomas básicos, que são perda repentina de potência e queima de óleo, a famosa fumaça branca que sai do escapamento.
Ruídos também são comuns quando alguma peça quebra dentro do propulsor. Mas é preciso tomar cuidado para não confundir com o barulho de detonação do motor – causado apenas pelo uso de combustível de má qualidade.
Portanto, ficar atento a quaisquer sinais destes e, quando surgirem, levar o veículo para avaliação, manutenção e possível retífica, é o melhor para prolongar o tempo de vida útil do automóvel.
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