Sua escola já fala sobre nanotecnologia? A ciência que trabalha em uma escala invisível a olho nu já está presente em áreas como saúde, agricultura, energia, eletrônica e desenvolvimento de novos materiais — e começa a ganhar espaço também na educação.
Dois estudantes do interior paulista são exemplo desse movimento. João Pedro Garcia da Silva, do IFSP Campus Birigui, e Davi Kenji Horie Kurak, do IFSP Campus Presidente Epitácio, conquistaram medalha de Diamante na terceira edição da Olimpíada Nacional de Nanotecnologia (ONANO 2026).
A cerimônia de entrega será realizada no dia 19 de setembro, no Auditório Ruy Barbosa, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo. Os estudantes receberão as medalhas por meio de suas respectivas escolas.
A edição deste ano foi a maior da história da ONANO, com 34.217 inscritos de todas as 27 unidades federativas. Ao todo, 1.960 estudantes foram premiados. Nas três edições, a competição já ultrapassou 53 mil inscrições.
O resultado também mostra que o interesse pela nanotecnologia está crescendo fora dos grandes centros. Em 2026, 73,8% dos premiados estudam fora das capitais e 56,3% são alunos da rede pública.
