Especial

CTG Brasil completa 10 anos de operação com investimentos na diversificação de portfólio e participação ativa na transição energética

Primeira década da empresa, uma das líderes em geração de energia limpa no País, é marcada pela aquisição e modernização de usinas hidrelétricas e novos investimentos em plantas eólicas e solares

Comunic Comunicação Estratégica
11/10/23 às 10h35
Usina Ilha Solteira é a maior hidrelétrica administrada pela CTG Brasil

Uma das líderes em geração de energia limpa no País, a CTG Brasil completou 10 anos de operação na última quarta-feira, dia 4. Em sua primeira década, a companhia, que possui capacidade instalada de 8,3 GW, protagoniza iniciativas com o objetivo de construir um futuro mais sustentável para todos, como o incentivo à transição energética por meio do investimento em novas fontes de energia renovável (solar e eólica), além de liderar o maior projeto de modernização de usinas hidrelétricas já realizado por uma empresa privada na América Latina, levando ainda mais confiabilidade e eficiência a dois ativos essenciais para o parque gerador nacional: as hidrelétricas Jupiá e Ilha Solteira.

Trajetória

Originada a partir da estratégia de internacionalização da China Three Gorges Corporation (CTG Corp), uma das líderes globais em energia limpa, a CTG Brasil começa sua história no País em 2013, com o lançamento de uma plataforma de investimentos para a América Latina. Em 2014, adquire participação acionária em três hidrelétricas da EDP no Brasil: Santo Antônio do Jari (AP), Cachoeira Caldeirão (AP) e São Manoel (MT). Em 2015, nova parceria com a EDP e a aquisição de 50% de 11 parques eólicos na Região Sul e no Rio Grande do Norte. Em 2015, adquire da Triunfo Participações as UHEs Salto (GO) e Garibaldi (SC) – as primeiras hidrelétricas 100% administradas pela companhia.

Em 2016, a empresa acelera seus investimentos no País, com a aquisição de dez ativos da Duke Energy: as PCHs Retiro e Palmeiras, no rio Sapucaí-Mirim; e 8 hidrelétricas no rio Paranapanema – Capivara, Chavantes, Canoas I, Canoas II, Rosana, Salto Grande, Jurumirim e Taquaruçu. Além disso, passa a operar as UHEs Jupiá e Ilha Solteira, ativos antes operados pela CESP, após leilão promovido pela Aneel, por R$ 13,8 bilhões, com outorga de 30 anos.

Novo Centro de Operação: cérebro capaz de controlar remotamente as usinas

Transição energética

Já nos últimos anos, a CTG Brasil começou a direcionar esforços também para outras linhas de negócio, como a criação da CTG Trading, em 2020, reforçando sua estratégia de comercialização, e o lançamento, em 2022, de sua Estratégia ESG, que integrou e consolidou ações e programas da empresa nas esferas social, ambiental e de governança. Além de dar início, no mesmo ano, à construção do complexo solar Arinos, seu primeiro parque fotovoltaico no país, no município de Arinos (MG), com capacidade outorgada de 336.8 MW. A companhia mantém ainda no pipeline a construção de um parque eólico na Paraíba.

“Atualmente, geramos energia limpa suficiente para abastecer mais de 10 milhões de residências, e estamos investindo na modernização de nosso parque e na diversificação do nosso portfólio de ativos, especialmente em fontes solar e eólica, para ampliar nossa eficiência e capacidade de produção”, diz Zhang Liyi, CEO da CTG Brasil.

Modernização

Um dos grandes marcos da CTG Brasil nestes 10 anos de atuação é o programa de modernização das usinas Jupiá e Ilha Solteira, o maior já realizado por uma empresa 100% nacional. O projeto implica na instalação, substituição e reforma das 34 unidades geradoras dos dois ativos – 20 em Ilha Solteira e 14 em Jupiá – e teve início em 2017, com um investimento total previsto de R$ 3 bilhões até 2038.

Como parte do projeto de modernização, cabe mencionar também como um marco importante a inauguração, em 2022, do novo Centro de Operação da Geração (COG) da companhia, na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira, o “cérebro” operacional da empresa, que permite acessar de maneira remota e controlar em tempo real todas as usinas da CTG Brasil.

Testes nas torres de sirene, etapa importante do Plano de Ação de Emergência

Segurança

Na esfera regional, além de apoiar projetos sociais, ambientais, culturais, de empreendedorismo social e patrimônio histórico, tanto por meio dos investimentos diretos quanto leis de incentivo fiscal e ações de compensação ambiental, um outro tema que merece destaque nos primeiros 10 anos da CTG Brasil é a segurança de suas barragens, com a implantação do Plano de Ação de Emergência (PAE).

Em 2017, atendendo à Política Nacional de Segurança de Barragens, a CTG Brasil deu início em todas as suas unidades à implantação do PAE, plano de caráter preventivo que estabelece todos os procedimentos numa eventual situação de emergência. Envolvendo comunidades e Defesas Civis, o plano vem sendo implementado por etapas. Atualmente, o PAE encontra-se na fase dos testes sonoros nas torres de sirenes instaladas nas usinas. Em 2024, estão previstos os primeiros exercícios simulados.

“Seguimos conscientes de nossa responsabilidade, reafirmando o compromisso de gerar energia limpa e renovável, contribuindo para a transição energética e uma economia de baixo carbono. Para os próximos anos, continuaremos priorizando a segurança, a eficiência de nossa operação e a sustentabilidade do nosso negócio, investindo em inovação e em estratégias que priorizem a vida e o planeta”, explica o CEO da CTG Brasil.

 RECOMENDADO PARA VOCÊ
 EM DESTAQUE AGORA
VEJA TODOS OS DESTAQUES
 ÚLTIMAS EM ESPECIAL
Franquia:
Andradina SP
Franqueado:
FLAVIA REGINA DE AVELAR GOMES 25180990858
14.225.543/0001-11
Editor responsável:
Flavia Gomes Mtb 8.016/MG
Email: ointeriorfala@gmail.com
Todos os direitos reservados © 1999 - 2026 - Grupo Agitta de Comunicação.