Sob a ameaça de fechar as portas caso o governo do estado não assinasse repasse de recursos para sua manutenção, a Apae de Andradina e outras 199 em todo o estado de São Paulo corriam o risco de fechar.
Com a união das 200 entidades e de deputados federais e estaduais, simultaneamente, reuniões com pais e autoridades civis e da sociedade organizada para apresentar o problema na demora da assinatura do repasse de recursos. A pressão funcionou. Esta semana a entidade de Andradina foi informada que terá até terça-feira, dia 6, para se credenciar junto ao governo estadual para garantir o repasse de recursos para 2.017. A informação do prazo foi divulgado esta semana no Diário Oficial. De acordo com o texto, organizações da sociedade civil que atendem alunos com deficiência em São Paulo têm até o dia 6 para realizar o credenciamento e garantir o repasse de recursos para 2017 por Termo de Colaboração.
No último dia 23 de novembro, a Secretaria da Educação publicou no Diário Oficial do Estado a Resolução SE 59/2016 com as normas do processo. O valor destinado para o próximo ano letivo supera R$ 100 milhões. OS RECURSOS Os recursos são destinados ao pagamento de professores, diretores e coordenadores pedagógicos, além da manutenção das classes.
Do total de instituições, mais de 200 são unidades da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo - APAE. ' Todas as entidades oferecem atendimento pedagógico e educacional a crianças e jovens com deficiência intelectual e transtorno do espectro autista' , lembrou Lidia Nakaguma, diretora da Apae de Andradina. Além da parceria com entidades, estão matriculados em escolas regulares da rede estadual de ensino mais de 60 mil alunos com deficiência - física e intelectual - atendidos por meio das políticas de inclusão da pasta da Educação.
Além das salas de recurso e instrumentos específicos, os professores são capacitados constantemente em cursos oferecidos pela Escola de Formação dos Professores (Efap).