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Atirador leva susto ao ver onça passeando na rua

 Há quase uma semana, de ter tomado um grande susto e até ser motivo de chacota entre colegas, o atirador Felipe Santos Caetano, 18 anos, do Tiro de Guerra de Dracena certamente está se sentindo mais aliviado agora.

Rosana Gonçalves - portalregional
11/05/18 às 08h41
O jovem atirador Caetano, do Tiro de Guerra falou sobre o desespero e preocupação dele ao ver a onça pela cidade (Letícia Pinheiro/JR)

 Há quase uma semana, de ter tomado um grande susto e até ser motivo de chacota entre colegas, o atirador Felipe Santos Caetano, 18 anos, do Tiro de Guerra de Dracena certamente está se sentindo mais aliviado agora. No sábado que passou, por volta de umas 5 horas, ele seguia pela rua Edson da Silveira Campos, proximidades da ABD e da escola municipal Prof.° Waldomiro Machado, quando de repente avistou uma onça. Ele estava indo para o TG.

 Na tarde de ontem, 10, após notícias dando conta de que uma onça teria sido visto por populares no ferro-velho Hércules, no jardim Alvorada, o JR e Portal Regional entraram em contato com Caetano para informá-lo sobre o fato. No começo da tarde, ele esteve na sede do JR e falou sobre o susto que tomou ao ver a onça em plena via pública.

 O jovem relatou que seguia de bicicleta tranquilamente para o Tiro de Guerra na manhã de sábado, e de repente viu um animal grande na frente dele. “Geralmente faço outro caminho, porém neste dia passei por essa rua, ainda estava escuro e não havia ninguém. Quando vi o animal na minha frente tomei o maior susto, fiquei imaginando ser um cão de porte grande, mas ela se assustado e correu, então percebi pelos passos que realmente era uma onça”. Caetano disse que teve apenas a reação de sair pedalando rápido. “Fiquei desesperado e muito preocupado, andei mais um pouco e encontrei um senhor pela rua já perto da escola Julieta, falei para ele que havia visto uma onça, mas o homem deve ter se assustado comigo e falou que era melhor eu ligar para a polícia”.

 O atirador lembrou-se que pegou o celular e ligou para a Polícia Militar. “Apresentei-me e expliquei o que havia acontecido, o policial disse que iria pedir para uma equipe passar pelo local e também comunicar os bombeiros. Segui para o TG chegando lá contei para o sargento Benício. Muitos dos atiradores não acreditaram ficaram zombando, depois alguém dos bombeiros ligou para mim e expliquei o ocorrido”.

 Caetano contou que até o pai dele chegou a duvidar da história, e questionou porque o filho não fez fotos na hora. Ele desabafou dizendo que nem pensou em fazer fotos, porque o susto foi maior. “Por fim das contas acho que tive uma atitude digna de um ser humano, porque minha preocupação foi comunicar a polícia para que alguma providência fosse tomada, devido ao risco que a onça pode representar no meio de uma cidade”, concluiu o atirador.

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