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“Aumentar produção de leite e diversificar”, planos de Pastorelli

 O Secretário Municipal de Agricultura de Andradina, José Henrique Pastorelli disse que basicamente seu setor irá se preocupar em aumentar a produção leiteira e diversificar a atividade agrícola para que os pequenos sitiantes tenham mais renda e não fiquem reféns de apenas um produto para comercializar no mercado.

ANDRADINA - Toninho do Carmo
09/02/17 às 09h56
(Toninho do Carmo)

 O Secretário Municipal de Agricultura de Andradina, José Henrique Pastorelli disse que basicamente seu setor irá se preocupar em aumentar a produção leiteira e diversificar a atividade agrícola para que os pequenos sitiantes tenham mais renda e não fiquem reféns de apenas um produto para comercializar no mercado.

 “Percebemos que em praticamente todas as propriedades familiares de Andradina, existe atividade leiteira mas que os animais geralmente são de origem genética imprópria para a ordenha, ou são mal alimentados e com isso apresentam baixa produtividade”, disse Pastorelli. 

 A Prefeitura vai continuar oferecendo condições para que os sitiantes melhorem a qualidade genética de seus rebanhos, entre elas o acesso ao sêmen de boa procedência e o serviço de inseminação artificial. Mas Pastorelli disse que também é preciso orientar na reforma das pastagens e na formação de piquetes para o manejo rotacionado.

 A reportagem do jornal Noroeste Rural, questionou sobre a construção de currais com piso cimentado e cobertura de telhas, pois essas condições implicam na melhor classificação do leite e no seu melhor preço de mercado. Pastorelli afirmou que vai estudar projetos de baixo custo e buscar recursos federais, com apoio da prefeita Tamiko Inoue. O mesmo apoio os sitiantes poderão ter para reformar as pastagens e instalar o sistema rotativo.

 Outra preocupação do novo secretário, que já havia ocupado esse cargo por oito meses, na gestão de Jamil Ono, é com a diversificação da atividade rural nas pequenas propriedades. Ele criticou a assistência técnica e disse que não existe cobrança de produtividade, especialmente nos 560 lotes de reforma agrária. O modelo de assistência técnica atual, é totalmente desconectado um do outro.

  A Prefeitura estabelece uma prioridade, mas a Coater, o Incra, o Itesp e a Apta ( Fazenda do Estado ) trabalham com outras e não integram as ações. Para José Pastorelli, a Secretaria da Agricultura do Município é quem deveria inclusive, receber os recursos para a assistência técnica que atualmente é pago para entidades terceirizadas como a Coater- Cooperativa de Assistência Técnica e Extensão Rural que respondeu por esse trabalho até o ano passado.

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