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Estratégias para diversificar seus investimentos internacionalmente com facilidade

Diversificar seus investimentos internacionalmente é uma estratégia para reduzir os riscos associados à concentração e potencializar as oportunidades de retorno

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22/09/24 às 18h46
(Freepik)

A diversificação internacional é uma das principais estratégias adotadas por investidores para proteger seu portfólio contra riscos concentrados em um único mercado.

Este artigo explora algumas das formas mais acessíveis de diversificar seus investimentos internacionalmente — e o melhor é que muitos desses métodos podem ser feitos de maneira simples através de uma conta digital em uma instituição financeira!

Por que diversificar seus investimentos no exterior?

Investir apenas no mercado local pode acabar restringindo as chances de crescimento e ainda expor o investidor aos riscos concentrados de uma única economia.

Quando você diversifica internacionalmente, ganha acesso a uma variedade muito maior de ativos, setores e mercados, o que ajuda a minimizar os impactos de crises econômicas ou políticas que possam surgir em uma determinada região.

1. Fundos globais

Fundos globais: uma das maneiras mais simples, quase uma porta de entrada para quem quer ingressar no mundo dos investimentos internacionais sem investir diretamente nos mercados no exterior.

Esses fundos permitem ao investidor ter acesso a um portfólio de ativos ao redor do planeta — ações, títulos, commodities — tudo isso selecionado por especialistas experientes em fazer tais escolhas.

Eles estão à disposição em instituições financeiras aqui mesmo no Brasil. É uma forma simples de ter uma carteira diversificada que cubra várias regiões e setores da economia global, tudo com alguns cliques.

Só que é preciso ficar atento às taxas de administração: elas podem diminuir sua rentabilidade ao longo do tempo se forem muito elevadas.

2. Ações estrangeiras

Para quem já tem certa bagagem ou simplesmente gosta de ter controle maior de seus investimentos, comprar ações de empresas estrangeiras diretamente em bolsas internacionais é uma possibilidade.

Pode-se escolher diretamente as empresas com potencial: sejam companhias de tecnologia dos Estados Unidos, sejam gigantes automobilísticas da Alemanha, sejam até mesmo conglomerados industriais da China.

Para isso, é preciso uma conta em corretoras que deem acesso a esses mercados. Hoje, várias corretoras já permitem isso: o processo é muito mais fácil do que era há alguns anos.

Entretanto, investir diretamente em ações estrangeiras exige tempo, paciência e pesquisa, além de ser importante prestar atenção na volatilidade cambial e nos riscos de cada mercado!

3. BDRs (Brazilian Depositary Receipts)

É possível investir em empresas internacionais sem abrir conta em corretoras fora do país: basta comprar BDRs. Esses certificados, emitidos no Brasil, dão a posse das ações ao investidor, mas sem ele precisar sair da B3.

Comprar e vender BDRs é tão simples quanto negociar ações locais — por esse motivo é que eles estão cada vez mais populares. Mudanças nas regras facilitaram a entrada de investidores de todos os tipos nesse universo, tornando o acesso mais democrático.

No entanto, alguns investidores se incomodam em não possuir os ativos diretamente no exterior, com medo de possíveis ingerências do governo. Além disso, há a questão cambial. Por isso, é importante pensar em quais casos ela deve ser a opção preferencial para cada um.

4. ETFs sediados no Brasil

Outra forma eficiente de diversificar internacionalmente é por meio de ETFs (Exchange Traded Funds) negociados no Brasil. Os ETFs são fundos de índice que replicam a performance de um conjunto de ativos, podendo incluir ações de diferentes países ou setores globais.

No Brasil, já existem diversos ETFs que oferecem exposição a mercados internacionais, como o IVVB11, que replica o índice S&P 500, composto pelas 500 maiores empresas dos Estados Unidos.

Os ETFs são uma opção prática e de baixo custo para quem deseja diversificar em ativos globais, já que suas taxas de administração costumam ser menores em comparação com fundos globais tradicionais.

Porém, assim como os BDRs, os ETFs internacionais negociados no Brasil estão sujeitos à variação cambial, o que pode impactar os rendimentos dependendo das flutuações do dólar.

5. ETFs sediados no exterior

Para quem deseja uma exposição ainda mais ampla e personalizada, é possível comprar ETFs diretamente em corretoras estrangeiras. Essa opção oferece acesso a uma variedade muito maior de ETFs globais, permitindo ao investidor escolher ETFs que replicam mercados de países específicos, setores econômicos ou até mesmo ativos alternativos, como ouro ou imóveis.

Investindo diretamente em corretoras internacionais, o investidor também pode se beneficiar de maior liquidez e de um leque mais amplo de opções de investimento. Isso facilita a construção de um portfólio verdadeiramente global, adaptado aos objetivos individuais.

Por outro lado, essa estratégia exige que o investidor abra uma conta em corretoras estrangeiras e lide com aspectos burocráticos, como envio de documentos e custos de transferência de dinheiro para fora do Brasil.

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