A prefeita de Castilho, Fátima Nascimento está pedindo ao Governador Geraldo Alckmin que considere Castilho como Estância Turística.
O objetivo certamente é receber cerca de R$ 3 milhões por ano para serem gastos em obras que incentivem o turismo, especialmente o ambiental e pesqueiro. E quais seriam esses projetos?
Um dos mais audaciosos e importantes é a recuperação do Iate Clube Urubupungá. O ex-prefeito Joni passou os 8 anos perseguindo os proprietários do loteamento e da antiga área do clube com praia, para que recolham impostos e paguem por dívidas que são discutíveis e que travam todo processo de desenvolvimento daquele local.
A visão da prefeita Fátima deve ser de parceria e não de confronto. É preciso buscar negociação e viabilidade real para que a região do lago seja preparada para o lazer no rio Paraná, assim como na parte sul da usina de Jupiá, deve-se priorizar o lazer e também a pesca esportiva ou turística.
A primeira iniciativa deve ser a de restabelecer a produção de peixes na Estação de Piscicultura que está desativa. É preciso ter uma política de repovoamento permanente do rio e de preservação das espécies de piracema. Para isso é necessário ter uma boa fiscalização, quem sabe até com apoio do município.
Não se pode permitir que o pescador venha para os ranchos e lote caminhonetes com peixes, fugindo ao propósito do lazer para se transformar em comerciante clandestino ou simplesmente um depredador contumaz.
O projeto será bem sucedido quando além da prefeitura, os empresários e setores envolvidos como turismo também tiverem interesse e se organizarem para dar legitimidade maior às iniciativas e projetos.