As investigações promovidas pela Polícia Civil de Fernandópolis tem início a partir de documentos apreendido deste o ano de 2007, quando a Santa Casa foi administradas pelo ex-provedor José Sequini Junior, mais conhecido como Junior Sequini ou Junior da Secol.
O delegado responsável pelo inquérito policial, Ailton Canato, apreendeu diversos documentos para um levantamento do por que do endividamento exorbitante pulando de R$ 11 mi para R$ 41 mi.
Foram 13 meses de tomada de depoimentos e recolhimento de documentos até a operação que aconteceu nesta terça-feira, dia 17.
Segundo o denunciante Murilo Jacob, houve algum tipo de desvio de recursos envolvendo convênios médicos, além de outras irregularidades.
Jacob denunciou a venda irregular de terrenos que pertenciam a entidade e possíveis vantagens por parte de membros da diretoria, conselho fiscal ou conselho administrativo vedadas pelo artigo 37 do Estatuto da Entidade.