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Jovem morre de suposta overdose após participar de festa em Ilha Solteira

 Lucas Faria de Castro Gusmões, de 20 anos, natural de Uberlândia/MG, morreu na madrugada desta quarta-feira (16), no Hospital de Base de São José do Rio Preto, vítima de suposta overdose, após participar d a “Atlântida”, festa realizada no último final de semana em Ilha Solteira.

Ilha Solteira - Ilhadenoticias.comCom informações do Diário da Região
17/11/16 às 13h44
(Reprodução/Arquivo Pessoal)

 Lucas Faria de Castro Gusmões, de 20 anos, natural de Uberlândia/MG, morreu na madrugada desta quarta-feira (16), no Hospital de Base de São José do Rio Preto, vítima de suposta overdose, após participar d a “Atlântida”, festa realizada no último final de semana em Ilha Solteira.

 De acordo com o Diário da Região, ele teria consumido a droga “cristal”, derivada da metanfetamina, e tomado chá alucinógeno, feito de cogumelo.

 

 Em entrevista ao Diário da Região, Kênia Faria Lelis, mãe do rapaz, diz que amigos do filho relataram Lucas teria consumido a droga cristal na noite de segunda-feira, 14 (último dia do evento). 

 "Na mesma hora, ele começou a ter palpitação e falta de ar. Depois, deram um chá de cogumelo para o meu filho. Foi ai que ele começou a sentir mais palpitação e calor", diz a mãe.

Para se refrescar, Lucas teria entrado no rio (a festa era realizada em um espécie de ilha, entre Ilha Solteira e Santa Fé do Sul), mas, de acordo com amigos, o jovem desmaiou e teve de ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros.

 Levado ao pronto-socorro de Santa Fé do Sul, o jovem foi transferido para o Hospital de Base de Rio Preto, onde permaneceu internado até morrer, na madrugada de quarta-feira.

 No Boletim de Ocorrência, de acordo com o Diário da Região, o HB relata a hipótese da morte ter ocorrido devido a uma parada cardiorrespiratória, porém de causa desconhecida. O corpo de Lucas passou por análise no Instituto Médico Legal, mas o laudo ainda não ficou pronto.

 O corpo do jovem foi enterrado na manhã desta quinta-feira, dia 17, no Cemitério da Paz, em Uberlândia.

 A família do rapaz, através de seu advogado, informou que os organizadores devem ser responsabilizados pela morte, pois seria dela a responsabilidade de impedir a entrada de qualquer droga na festa.

 Organização – Procurada, a organização do evento disse que não pode ser responsabilizada pelo ocorrido e que fez tudo o que estava ao alcance para garantir a segurança do público. “O que a organização poderia fazer a respeito disso, nós fizemos, colocando à disposição do público salva-vidas, bombeiros, pronto atendimento e UTI Móvel. Tanto, que ele (o rapaz que acabou falecendo) recebeu atendimento e foi levado para o Hospital. Não há como controlar, individualmente, o que cada um que participa do evento faz.

 O evento cumpria com todos os requisitos legais”, informou a organização.

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