Um dos três funcionários condenados, menor de 21 anos, teve reconhecida a extinção da punição pelo decurso do prazo (quando algum prazo do processo expira). Eles foram acusados de omissão, ao deixar de tomar os cuidados para impedir a utilização da cadeira - desativada há mais de dez anos -, que não possuía cinto de segurança e que havia apresentado problemas no colete de proteção no dia do incidente. Outros cinco trabalhadores foram absolvidos, uma vez que o magistrado entendeu que agiram corretamente em suas atribuições.
Ademar Gomes, advogado dos familiares de Nichimura, avisou que irá recorrer para que todos os acusados sejam punidos. Ele informou ainda que corre no STJ (Superior Tribunal de Justiça) uma ação para condenar, também, Armando Pereira Filho, presidente administrador e gerente-geral de operações do Hopi Hari na época.
Gomes disse que o parque já fez acordo de indenização com os familiares. O parque informou que não comenta ações em andamento e respeita a decisão judicial. "O parque reafirma sua solidariedade aos familiares e apoio aos seus funcionários", acrescentou.