Carolina Cordeiro Zanqui Giacomelli é uma aluna que usou e usa muito o que aprendeu no Kumon. Ela frequenta as aulas das três disciplinas que o método oferece: inglês, português e matemática. Na verdade ela já concluiu ensino de português, está adiantada em matemática e em inglês.
Foi nesta última disciplina que ela sentiu que o método lhe foi muito importante. Ela conta que havia frequentado aulas de inglês em outras escolas, porém tinha dificuldade em ouvir e entender as palavras ditas em outra língua. A estudante ficou quase um mês na Califórnia, nos Estados Unidos e, mesmo depois de ter frequentado quatro anos de aulas e inglês no Kumon, soube se virar muito bem por lá. “Durante o intercâmbio eu lembrei o tempo inteiro do que aprendi na escola”.
Os pais de Carolina disseram que o Kumon foi um excelente investimento nos estudos dela. Quando ela fez a prova classificatória na escola da Califórnia, ficou acima do nível mais avançado porque já tinha um conhecimento superior. Carolina diz ainda que o método fez com que ela treinasse melhor seus ouvidos, por isso a compreensão das palavras melhorou muito. Para aqueles que desejam passar pela mesma experiência, ela explica que é importante falar bastante lá fora. “Não pode ter vergonha”.
Kumon
O Kumon é um método de ensino japonês focado na individualidade do aluno, que valoriza o esforço e respeita o ritmo de cada um deles. A metodologia faz ainda com o que os estudantes desenvolvam hábitos de estudo, melhorem a concentração, o raciocínio lógico, a agilidade mental, a capacidade de execução de tarefas, responsabilidade e disciplina.
Há sete anos a empresária Andréa Araújo Akahoshi Colombo assumiu o comando da unidade do Kumon de Andradina. Ela acreditou no conhecimento oriental que seus filhos haviam adquirido. Os professores são chamados de auxiliares, uma vez que o foco do Kumon é fazer com que os alunos resolvam todos os exercícios com cada vez mais autonomia. As aulas duram em média uma hora e as crianças a partir de três anos já podem começar.