Hoje, Genifer Rezende Viana (21) irá visitar as filhas, gêmeas siamesas em Rio Preto, já que pelo fato que ficou internada viu os bebes rapidamente. O pai, Maicon Douglas, acompanha a evolução das filhas desde o primeiro minuto.
Genifer afirma que foi pega de surpresa com um diagnóstico inédito e desafiador feito entre os cinco para seis meses de gestação. Começava uma maratona de exames médicos e deslocamentos até o Hospital da Criança e Maternidade de São José do Rio Preto, tudo muito desafiador para quem já era mãe de uma criança de três anos.
Ela conta que diversos ultrassons e ressonâncias magnéticas foram feitas e o caso começou a ser estudado mais a fundo, com possibilidades limitadas de que as crianças pudessem sobreviver durante a gestação ou após nascimento.
Genifer teve orientação médica para que o parto fosse antecipado dentro de um período seguro para evitar também risco de causar a própria morte dela. O caso foi parar na Justiça de Fernandópolis, com pedido de antecipação da cesariana que foi negado pela Justiça. Genifer negou que pretendia realizar um aborto ou qualquer procedimento que viesse a prejudicar as filhas, desmentindo boatos. “Fiquei um pouco chateada com a circulação da foto das minhas filhas nas redes sociais”, disse.
A bolsa estourou com dois dias de antecedência do parto agendado no Hospital da Criança e Maternidade de Rio Preto, então foi necessária uma intervenção cirúrgica na Santa Casa de Fernandópolis antes que seguissem para o local preparado para dar supoorte vital as duas.
A familia, de poucos recursos precisa de ajuda para enfrentar todos os gastos deste nascimento. (com Região Noroeste)