O vereador eleito e diplomado Mario Henrique Cardoso o “Mario Gay”, conseguiu manter seu mandato e filiação contra os argumentos apresentado pelo presidente do PPS, Osvaldo Ordones, que deu publicidade nas redes sociais e órgão de imprensa do surgimento de uma carta de desfiliação do PPS.
"Nunca tive a intenção ou solicitei qualquer pedido de desfiliação do partido. Falsificaram a minha assinatura ou me enganaram ao assinar documentos de prestação de contas eleitorais. Fui eleito pelo povo e não vou deixar me de um golpe", sustentou Mário.
Mário, que foi defendido pelo advogado Gustavo Corazza, teve sentença favorável do Juiz Eleitoral Leandro Augusto Gonçalves Santos, que consideração a manifestação expressa do vereador, que não concordou nem assinou o pedido de desfiliação, nem tinha intenção de desfiliar. A decisão mantem a filiação de Mário e seu mandato de vereador.
O juiz também mandou abrir um inquérito policial para apurar a suposta falsificação da carta de filiação, ou se Mário foi induzido a assinar documentos sem sua vontade.