Como de costume, fomos conversar com os aventureiros do mês, neste caso, as aventureiras. Resultado: não houve entrevista, uma delas já tinha pronto um relato maravilhoso não só da viagem, mas da vida como deve ser vivida. Confiram o “Eu fui com a Druds” por Neusa Maria Teruel de Melo.
“Quando já não estamos mais suportando o stress decorrente das responsabilidades que a vida nos impõe, é necessário parar e proporcionar ao corpo e à mente, o descanso indispensável para se recompor e dar continuidade à existência. Férias.... esse é o nome do pit stop da vida e viagem....é a melhor parte.
Estava cansada. Decidi viajar. Escolhi como companheiras minha nora Camila Guimarães Teruel e minha amiga de infância, Vani de Oliveira. Escolhemos dezembro como a data de partida. Escolhemos a Alemanha como destino principal e escolhemos a Druds Turismo para viabilizar a realização de nosso sonho.
Embarcamos para o nosso destino no dia 12. Fizemos escala em Istambul, onde pernoitamos, mas tivemos tempo para constatar tratar-se de uma cidade deslumbrante, com aquela atmosfera mágica das 1001 noites.
Prosseguimos a viagem e chegamos primeiro em Frankfurt, depois Berlim. Esta cidade é indescritível. Cheia de história. Tristes e alegres. Visitamos Podstam, uma cidadezinha próxima á Berlin onde morou o último rei da Alemanha, Munique, região da Bavária onde está o Castelo de Neuschwanstein, construído pelo rei Ludwig, o qual inspirou Disney quando fez o castelo da Cinderela.
Visitamos as lindas, famosas e maravilhosas feiras de natal da Alemanha. Um detalhe á parte é a comida e a decoração de natal deste país. Nem nos melhores sonhos se pode imaginar tanta riqueza de detalhes que nos remetem ás estórias infantis de pura magia.
As pessoas alegres e acolhedoras, reunem-se para se aquecer com o famoso glüvine, uma espécie de vinho quente, cheio de especiarias misteriosas.
Amamos o estilo moderno de viver. Metrôs sem catracas, onde o passageiro sabe de sua obrigação de pagar.
Visitamos Praga, cidade de arquitetura ímpar. Tudo é arte. Antiquários por toda parte. Peças raríssimas. Uma viagem que valeu cada segundo.
Não podemos deixar de ressaltar que o bom resultado de uma viagem, depende muito da agência que a viabiliza ao seu cliente.
Na Druds, através do competente, responsável e super gente boa Alex, encontramos todo respaldo para que pudéssemos ir, permanecer e voltarmos sem contratempos. Justamente por essas razões que a escolho sempre, já que através dela, também já visitei, há tempos atrás, Israel e Egito.
Só temos a agradecer à esta excelente e competente agência, por todo suporte e empenho em materializar sonhos.
Quero ser uma pessoa tal como o personagem da pequena história que não posso deixar de contar e através dela, demonstrar que viajar, é enriquecer a alma de emoções que ninguém pode nos tirar.
Por favor, leiam:
Um jovem advogado foi indicado para inventariar os pertences de um senhor recém falecido. Segundo o relatório do seguro social, o idoso não tinha herdeiros ou parentes vivos. Suas posses eram muito simples. O apartamento alugado, um carro velho, móveis baratos e roupas puídas. “Como alguém passa toda a vida e termina só com isso?”, pensou o advogado. Anotou todos os dados e ia deixando a residência quando notou um porta-retratos sobre um criado mudo.
Na foto estava o velho morto. Ainda era jovem, sorridente, ao fundo um mar muito verde e uma praia repleta de coqueiros. À caneta escrito bem de leve no canto superior da imagem lia-se “sul da Tailândia”. Surpreso, o advogado abriu a gaveta do criado e encontrou um álbum repleto de fotografias. Lá estava o senhor, em diversos momentos da vida, em fotos em todo canto do mundo.
Em um tango na Argentina, na frente do Muro de Berlim, em um tuk tuk no Vietnã, sobre um camelo com as pirâmides ao fundo, tomando vinho em frente ao Coliseu, entre muitas outras. Na última página do álbum um mapa, quase todos os países do planeta marcados com um asterisco vermelho, indicando por onde o velho tinha passado. Escrito à mão no meio do Oceano Pacífico uma pequena poesia:
Não construí nada que me possam roubar.
Não há nada que eu possa perder.
Nada que eu possa trocar,
Nada que se possa vender.
Eu que decidi viajar,
Eu que escolhi conhecer,
Nada tenho a deixar
Porque aprendi a viver.”