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Ong lança campanha para preservar Ilha Comprida

Foi lançada na última semana a campanha #SalveaIlhaComprida (Salve a Ilha Comprida), a divulgação que tem por objetivo despertar a atenção dos moradores e autoridades sobre a ilha de 18 quilômetros no Rio Paraná que pertence ao município de Três Lagoas.

Sidnei Santo Ferreira - Castilho/SP
31/08/20 às 14h33
(Divulgação)

Foi lançada na última semana a campanha #SalveaIlhaComprida (Salve a Ilha Comprida), a divulgação que tem por objetivo despertar a atenção dos moradores e autoridades sobre a ilha de 18 quilômetros no Rio Paraná que pertence ao município de Três Lagoas. O local que está sob a gestão da Cesp (Companhia Energética de São Paulo), teve 90% da vegetação queimada no último ano e corre novamente risco de incêndio.

Os membros da organização não governamental Rio Paraná espalharam cartazes e intensificaram a divulgação nas redes sociais sobre o tema. Até os anos 80, a Ilha era habitada por centenas de famílias, após a grande cheia de 1983 o local foi desapropriado pela CESP, mas foi apenas com a criação do lago de Porto Primavera, no início da década passada, que o local de 600 hectares foi completamente esvaziado.

Segundo o presidente da ONG, Yago Fialho, a situação é preocupante. “Nós assistimos no último ano animais sendo mortos, tentando fugir e boa parte da mata secundária da Ilha virar cinzas. Este ano, o risco de incêndio criminoso é altíssimo e não há qualquer movimentação da Cesp ou poder público com o propósito de evitar essa tragédia”, alerta.

Fundada em 2020 com membros em cinco cidades, a Ong Rio Paraná, sediada em Três Lagoas, tem por objetivo minimizar os danos causados ao rio e biomas do entorno, bem como promover a recuperação florestal e conscientização da população.

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