A Polícia Civil identificou uma organização criminosa suspeita de explorar mulheres sexualmente em cidades do noroeste paulista. Mandados de busca e apreensão e de prisão foram cumpridos em boates de Auriflama (SP) , Catanduva (SP) e Pereira Barreto (SP) . As investigações apontam que as vítimas eram atraídas por falsas promessas de trabalho e depois eram privadas de liberdade.
As investigações começaram após uma mulher morrer em uma boate de Auriflama. O caso, inicialmente tratado como suicídio, passou a ser investigado como homicídio ou induzimento ao suicídio.
Durante as apurações, a polícia identificou que as vítimas, muitas delas em situação de vulnerabilidade, eram atraídas para trabalhar nesses locais, depois submetidas a controle psicológico e físico, privadas de sair de dentro dos estabelecimentos, além de ficar sem alimentos e sem acesso à comunicação.
