Na última semana, membros da Federação Brasil da Esperança - os presidentes do PT e do PV de Andradina, Manoel Messias e Edilson Gomes da Silva, respectivamente, além de Valeska Linjardi, membro do PT local, marcaram presença na capital do país, Brasília, para uma série de reuniões estratégicas com ministros e deputados.
Uma das principais audiências foi com o Ministro da Reforma Agrária, Paulo Teixeira, onde a delegação apresentou demandas cruciais para o desenvolvimento da região. No mesmo dia da visita, o anúncio do presidente Lula ecoou com especial relevância: a intenção de expandir para mil o número de Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs) no país, abrindo portas para que Andradina possa se tornar sede de um desses prestigiados centros de ensino.
Com 800 institutos federais atualmente em operação, o plano do governo é alcançar o marco de mil unidades. Para Manoel Messias, essa oportunidade é imperdível, especialmente considerando que Andradina é reconhecida como o epicentro dos assentamentos federais no estado de São Paulo. "Um instituto com foco em agricultura e urbanismo seria um complemento ideal para a região, e estamos prontos para receber esse investimento", destacou Messias.
Durante a reunião, o Ministro Paulo Teixeira assegurou apoio irrestrito às prefeituras interessadas em sediar institutos federais, incluindo Andradina, que já possui até mesmo um local adequado para abrigar a instituição, aproveitando as instalações da Fundação Educacional de Andradina (FEA). "Temos o local, a região e o público. Agora é a hora de avançar e garantir mais esta conquista para a cidade", ressaltou Dil.
PEDIDO AJUDA
Além desse pleito, outras demandas urgentes foram apresentadas, como o caso de 17 famílias acampadas nas proximidades da Usina Três Irmãos há mais de 15 anos, enfrentando condições precárias de vida, sem acesso a água e saneamento básico adequados. A empresa responsável pela área, Tijoá, alega que estão em uma região de risco, porém, o grupo de lideranças está empenhado em garantir uma solução humanitária para essas famílias, levando o caso ao Ministério da Agricultura. "Não podemos permitir que a situação se deteriore ainda mais. É uma questão de urgência", enfatizou Manoel Messias.
