Empoderamento
“O projeto é destinado somente a meninas, porque ele tem como objetivo o empoderamento delas, principalmente onde tem uma discrepância social grande, como no Quênia. Uma família onde só tem um filho e várias filhas, quem vai estudar é o homem. Então, fizeram essa escola para dar força para as mulheres”, explica Natália.
Daraja Academy é uma fundação, vive de doações e trabalho voluntário. Os professores são quenianos e as alunas, que estão entre os 13 e 18 anos, moram no local. O Koes atende atualmente 83 garotas desse colégio.
Experiência
Natália embarca para o Quênia no próximo 27 e retorna em 7 de março; esta será a sua terceira viagem à África. Como seu trabalho é voluntário, todos os custos são pagos por ela mesma. Sua ida ao país africano é para coletar mais informações e avaliar novas meninas que entram neste ano na escola.
“Porque tivemos um acompanhamento de dois anos dessas meninas. Nosso objetivo é que, após se formar, elas levem essas informações para o lugar onde forem”, destaca.
A primeira vez que esteve na escola foi em 2017, que também foi a estreia do programa, após os trâmites burocráticos e captação de recursos. Inclusive, uma das empresas que ajuda financeiramente e doa materiais, como pastas de dente e escovas, é a Colgate.
Natália retornou ao país em 2018 e em 2019 só não compareceu porque precisou apresentar um trabalho no Canadá. Já Yvone e Loomer vão ao Quênia a cada três ou quatro meses, por meio do financiamento dos parceiros.
