No segundo semestre deste ano, o objetivo dos coordenadores Sérgio Ricardo Mazini e Lucas Mendes Scarpin, das engenharias de produção e mecânica, respectivamente, é dar andamento ao projeto, remanejando os jogos do ambiente da faculdade e levando para a sociedade.
“A gente deve agora no segundo semestre buscar junto à Secretaria Municipal de Educação um levantamento para ver que tipo de material está disponível nas escolas. Tentar de alguma forma levar esses jogos para as escolas municipais num primeiro momento”, explica Mazini.
Parceria
Além desse levantamento junto à secretaria, os profissionais pretendem buscar parcerias com a iniciativa pública e privada, com o objetivo de viabilizar a produção dos materiais feitos pelos universitários.
Mazini explica que essa fabricação não deverá ser em escala industrial, mas a produção poderá atender escolas municipais e creches.
“Vamos tentar fazer o envolvimento do poder público, iniciativa privada e instituição. A instituição desenvolve e as entidades privadas participam de alguma forma, doando material, por exemplo. (...) Como a gente já teve a experiência do desenvolvimento, vamos fazer com que isso flua de uma maneira mais recorrente para levar isso ao poder público, que as vezes têm carência desse tipo de iniciativa”, complementa o coordenador da engenharia de produção.
Ele ainda conta que o jogo Playkids, destinado a autistas, já tem um destino certo e deve ser doado a uma instituição de Araçatuba. Os outros grupos também devem doar os jogos.
No total, foram três turmas participantes, que trabalharam nas criações durante o primeiro semestre deste ano dentre das disciplinas processo de fabricação e construção I, instrumentação e metodologia (produção), conformação plástica dos metais e processo metalúrgico de fabricação.
