A Acia (Associação Comercial e Industrial de Araçatuba) reuniu comerciantes em sua sede na manhã desta quinta-feira (25) para apresentar sua novo parceira, a APK Clube Empresarial.
Durante o encontro, que marcou a assinatura do acordo entre as entidades, foi anunciado que com a parceria, os comerciantes terão acesso a vários benefícios.
O principal deles, segundo o que foi informado, é a disponibilização de uma máquina que opera cartões de débito e crédito de todas as bandeiras, oferecido em forma de comodato a custo zero.
Segundo o que foi informado, essa forma de benefício só é válida para os associados, que precisam procurar a entidade para se informar sobre as condições.
Vantagens
A máquina de cartão oferecida é a SafraPay, que se for contratada diretamente no mercado, tem custo mensal de R$ 149,90. Por meio da parceria, ela não tem custo para o comerciante.
Em live com um representante da operadora da máquina, foi informado que ao assinar o contrato, as vendas a crédito são pagas no primeiro dia útil subsequente à operação, independentemente do número de parcelas.
Parcelamento
Se o comerciante fizer uma venda parcelada em 12 vezes, por exemplo, a cada R$ 100,00, ele pagará R$ 6,50 pela operação. Se a venda for em seis parcelas, o desconto será de R$ 4,50 a cada R$ 100,00 vendidos; e no caso das vendas em três parcelas, de cada R$ 100,00 vendidos, o valor pago pela antecipação é de R$ 3,50.
Segundo o presidente da APK, Alexandre Peciccacco, com o volume financeiro das operações, o valor recebido como limite pode ser usado para autofinanciamento, ou seja, pode-se utilizar a própria máquina para capital de giro, reposição de estoques e investimento no negócio.
Parceria
Ainda de acordo com ele, ao assinar o contrato, a Acia está contribuindo indiretamente como agente de geração de receitas e com a economia do município e da região, pois as movimentações são garantidas pela PagSeguros.
E o presidente da associação, Wilson Marinho da Cruz, afirma que a parceria é vantajosa principalmente para os pequenos e microempresários, que não têm como competir com lojas de redes.
“Para ter fluxo de caixa, por exemplo, eles trocam cheques e o que poderia ser lucro, acaba na mão de terceiros”,
argumenta.
Ele explica que utilizando a maquinha, o dinheiro é disponibilizado rapidamente a um custo menor, o que possibilita crescer e gerar empregos.
“Além do mais, com recursos em caixa, o empreendedor investe na cidade. Ou seja, a roda gira pra todo mundo”,
explica.
Foi informado que ao assinar o contrato, no prazo de cinco a sete dias a maquininha é disponibilizada para uso do comerciante.