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Calendário chinês: começa o ano do boi

O boi simboliza energia, força e coragem; no calendário chinês, os anos são dedicados a animais 

Da Agência Brasil - Pequim
12/02/21 às 14h56

Depois do rato, vem o boi, que, na cultura chinesa, é um signo atribuído ao trabalho. Entre as superstições associadas ao ano novo lunar, que começa nesta sexta-feira (12) é recomendado não lavar ou cortar o cabelo no primeiro dia e usar a cor vermelha, para garantir prosperidade. O ano novo corresponde a 4719 e termina em 31 de janeiro de 2022.  

No calendário chinês, os anos são dedicados a animais - 12 -, que se intercalam: rato, boi, tigre, coelho, dragão, serpente, cavalo, carneiro, macaco, galo, cão e porco (ou javali).

Pela segunda vez, o novo ano é marcado pela pandemia do novo coronavírus. O governo da China apelou às famílias para que celebrem de forma virtual. Mas as iluminações de lanternas e a ida a templos atraem muitas pessoas às ruas.

O mestre de feng shui, Thierry Chow, que reside em Hong Kong, explica que, embora o animal seja um boi, o metal é predominante no novo ano lunar. Esse elemento representa qualquer coisa brilhante, desde joias até a agulha de uma seringa. Poderá ser interpretado como indicador do importante papel das indústrias relacionadas com o uso de metal, em 2021.

ONU

(Foto: Banco de imagem)
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O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), António Guterres, manifestou gratidão à China e ao povo chinês por seu apoio ao multilateralismo e à instituição em sua mensagem de vídeo para o ano novo lunar chinês.

Guterres começou sua mensagem em mandarim: "Chun Jie Kuai Le!" (Feliz Festival da Primavera!), "Envio os meus melhores votos a todos os que celebram o ano novo lunar".

"Este ano é o ano do boi, o mesmo do ano do meu nascimento", disse o secretário. "O boi simboliza energia, força e coragem. São essas as qualidades que o mundo precisa agora".

Sobre a covid-19, o secretário-geral afirmou que no ano passado, a pandemia de covid-19 trouxe grande incerteza e perturbação. No entanto, ele ressaltou que "em 2021, devemos nos unir para combater o vírus, tomar medidas sobre o clima e construir uma forte recuperação da pandemia".

*Com informações da RTP - Rádio e Televisão de Portugal e da Xinhua - agência pública da China

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