O Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) divulgou nota nesta sexta-feira (5), lamentando a Jô Soares, ocorrida durante a madrugada. Além de apresentador, humorista, diretor, ator e escritor, ele também era compositor. “Jô Soares também deu sua contribuição para a música brasileira ao deixar 10 canções autorais e 76 gravações cadastradas no banco de dados do Ecad”, segundo nota distribuída à imprensa.
Jô Soares tinha 84 anos e estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A morte foi comunicada pela ex-mulher do artista, Flávia Pedras Soares, na conta dela no Instagram. Ela informou ainda que o funeral será apenas para família e amigos próximos.
O hospital informou, que Jô Soares estava internado desde o dia 28 de julho, tendo sido acompanhado pelas equipes do corpo clínico. Porém, não divulgou a causa da morte, em nota assinada pelo diretor de Governança Clínica Luiz Francisco Cardoso e pelo o diretor Clínico, Ângelo Fernandez.
Biografia
José Eugênio Soares, o Jô Soares, nasceu em 16 de janeiro de 1938, no Rio de Janeiro, filho do empresário paraibano Orlando Heitor Soares e de Mercedes Leal Soares. Sua estreia como ator ocorreu no filme O Homem do Sputnik, de Carlos Manga.
Jô escreveu roteiros para programas de televisão em emissoras como as TVs Continental, Record e Globo. E também atuou em diversos programas humorísticos das TVs Tupi, Record, SBT e Globo.
Viva o Gordo
Entre os shows televisivos que comandou mais, estão o humorístico Viva o Gordo e seus programas de entrevistas Jô Soares Onze e Meia, no SBT, e Programa do Jô, na Globo. Este último ficou no ar por 17 anos, de 2000 a 2016.
Jô Soares também se aventurou na literatura, publicando romances como O Xangô de Baker Street, O Homem que Matou Getúlio Vargas, Assassinatos na Academia Brasileira de Letras e As Esganadas. (Com informações do Ecad e da Agência Brasil)
