Geral

Morador em Lins é praticante do ferreomodelismo

“Há mais de 35 anos tenho trens elétricos em miniatura, e até construí uma maquete para rodar minhas três locomotivas e seis vagões”

Da Redação
09/01/22 às 10h58
O funcionário público Antônio Cassarini Júnior construiu uma maquete para rodar três locomotivas e seis vagões (Foto: Divulgação)

O ferreomodelismo é um dos hobbies mais antigos do mundo, e sua origem remonta ao período em que o transporte ferroviário foi adotado massivamente. As primeiras miniaturas de trens foram fabricadas por volta de 1830, por artesãos alemães. Em Lins, o funcionário público Antônio Cassarini Júnior, 46 anos, iniciou-se neste hobby ainda criança.

“Há mais de 35 anos tenho trens elétricos em miniatura, e até construí uma maquete para rodar minhas três locomotivas e seis vagões. Herdei esta paixão de minha família, que é de ferroviários, e pretendo passá-la para meus netos. Com a pandemia, pude ter mais tempo para mexer nos meus trens, limpá-los e organizá-los”, conta Cassarini.

Muita coisa mudou com o passar dos anos, principalmente no Brasil, onde o transporte de passageiros pelas ferrovias deixou de acontecer, com exceção dos passeios turísticos. Mesmo assim, a paixão de algumas pessoas por este hobby se intensificou.

Ferreomodelismo

Lucas Frateschi é diretor da Frateschi Trens Elétricos, empresa com sede em Ribeirão Preto (SP), que possui mais de 50 anos de atuação no mercado. Essa é a única fabricante de trens elétricos em miniaturas e réplicas de composições reais na América Latina.

Ele explica que o ferreomodelismo é uma mistura de entretenimento, baseado em modelos de escala, e arte, pois os amantes deste hobby ficam fascinados quando começam a construir suas maquetes, fazer toda a parte de decoração e cenário e projetar as construções. "É preciso ter capacidade de observação para se construir uma maquete, pois todo esse trabalho de reprodução do mundo real é totalmente artesanal”, diz Lucas Frateschi.

Pandemia

Ainda de acordo com o empresário, em tempos como estes, em que as famílias têm ficado em casa, é preciso arrumar algum hobby para distrair a mente . As pessoas pensam que o transporte ferroviário morreu, mas ele está vivo e em expansão”, argumenta.

Frateschi entende que a ferrovia é de valor estratégico imprescindível para um país como o Brasil, e cita que este crescimento ajuda a fomentar ainda a mais a paixão que muitos brasileiros têm pelos trens. “Muitos passam o hobby do ferreomodelismo para as futuras gerações”, finaliza.

 RECOMENDADO PARA VOCÊ
 EM DESTAQUE AGORA
VEJA TODOS OS DESTAQUES
 ÚLTIMAS EM GERAL
Franquia:
Araçatuba SP
Franqueado:
Connect Jornalismo Digital LTDA
48.486.487/0001-90
Editor responsável:
Lazaro Silva Júnior MTB 48158
lazaro.junior@ata.hojemais.com.br
Todos os direitos reservados © 1999 - 2026 - Grupo Agitta de Comunicação.