Polícia

Acusado de matar mulher é preso

Ele também assumiu a autoria dos assassinatos de dois homens em Valparaíso, crimes ocorridos em 2017

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
21/11/19 às 12h13

Um homem de 25 anos foi preso pela Polícia Civil no início da tarde da última terça-feira (19) em Taquaritinga (SP), a 246 quilômetros de Araçatuba, acusado de ser o assassino da jovem Milena Maia Martins dos Santos, 22 anos, em Valparaíso.

O corpo da vítima foi encontrado sem roupa em uma mata da cidade em 9 de agosto, com sinais de tortura. O acusado confessou o crime e assumiu a autoria de outros dois assassinatos.

Naquela tarde, um homem que seguia para o sítio dele para verificar a plantação viu o cadáver na entrada de uma mata à beira da estrada Canguçu, próximo da rodovia Marechal Rondon (SP-300), e chamou a polícia.

Próximo ao corpo havia uma faca com cabo de madeira e as roupas da vítima, entre elas, a calcinha, o sutiã e uma camiseta. Exame necroscópico apontou que Milena foi assassinada com meio cruel, inclusive ocorrendo lesões após ela já estar morta.

Exame clínico não confirmou abuso sexual, mas foi colhido material para exame. Segundo o delegado José Abonizio, o resultado desses exames ainda não foram informados à polícia.

Confessou

Durante a investigação, a polícia conseguiu identificar o autor do crime e representou pelo mandado de prisão temporária, que foi expedido pela Justiça de Guararapes e cumprido na terça-feira em Taquaritinga. 

Segundo o delegado, o acusado confessou o assassinato de Milena e assumiu a autoria outros dois homicídios ocorridos em Valparaíso em 2017.

A reportagem do Hojemais Araçatuba apurou que em depoimento, o acusado relatou ter mantido relação sexual com a vítima, mas com o consentimento dela, isso na casa dele.

Disse ainda que eles consumiram drogas e bebida alcoólica juntos e que decidiu matá-la por se sentir ameaçado, já que familiares da jovem seriam membros de facção criminosa.

Faca

Por fim, disse que a faca usada no crime estava com a vítima, que tentou atacá-lo. Por isso, a desarmou e a golpeou cinco ou seis vezes antes de fugir deixando o corpo à beira da mata. Depois disso, deixou a cidade.

A prisão temporária é pelo período de 30 dias, que podem ser prorrogados por mais 30. Porém, a polícia deverá representar pela conversão da prisão em preventiva.

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