Polícia

Polícia investiga possível abuso contra menina de 3 anos

Criança passou o final de semana com o pai em Avanhandava e disse à mãe que ele mexeu no órgão genital dela

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
01/06/20 às 16h31

A Polícia Civil de Avanhandava, município vizinho a Penápolis (SP), vai instaurar inquérito para apurar possível abuso sexual contra uma menina de 3 anos de idade. O investigado é o pai da criança, um trabalhador rural de 28 anos.

A Polícia Militar foi chamada no pronto-socorro da cidade na noite de domingo (31), por volta das 23h, devido à criança ter dado entrada para atendimento médico com suspeita de abuso sexual.

A mão da menina, que também é trabalhadora agrícola e tem 25 anos, disse aos policiais que terminou o relacionamento com o pai da vítima recentemente e ficou definido pelo casal que a filha ficaria com ela, mas eventualmente o pai a pegaria para passar finais de semana.

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Um dia

De acordo com ela, no sábado ele pegou a menina por volta das 19h, com o compromisso de devolvê-la no domingo. Como combinado, o pai devolveu a filha à mãe por volta das 19h do domingo.

Segundo a mãe, quando a criança chegou em casa, disse que precisava ir ao banheiro urinar. Ela acompanhou a filha até o banheiro e quando a menina fazia xixi, passou a reclamar sobre dores que sentia no órgão genital.

Ela perguntou à filha se havia acontecido alguma coisa e a criança relatou que o pai teria "colocado" um dedo na vagina dela.

Indícios

A mulher imediatamente levou a criança ao pronto-socorro da cidade, onde o médico que a examinou constatou possível abuso sexual e comunicou os funcionários, que acionaram a Polícia Militar e o Conselho Tutelar.

Os policiais foram à casa do pai da menina, que negou o crime e foi conduzido ao plantão policial de Penápolis, onde também estiveram a mãe da vítima, a vítima e uma conselheira tutelar.

A trabalhadora rural e a conselheira prestaram depoimento, mas em virtude da pouca idade, a criança não foi ouvida, pois a delegacia não apresenta todos requisitos para a realização de escuta especializada.

O pai da menina também não foi ouvido porque estava desacompanhado de um advogado, mas informalmente manteve a versão de que não cometeu o crime.

Após o boletim de ocorrência de estupro de vulnerável ser registrado ele foi liberado e um inquérito será instaurado.

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