Um dia
De acordo com ela, no sábado ele pegou a menina por volta das 19h, com o compromisso de devolvê-la no domingo. Como combinado, o pai devolveu a filha à mãe por volta das 19h do domingo.
Segundo a mãe, quando a criança chegou em casa, disse que precisava ir ao banheiro urinar. Ela acompanhou a filha até o banheiro e quando a menina fazia xixi, passou a reclamar sobre dores que sentia no órgão genital.
Ela perguntou à filha se havia acontecido alguma coisa e a criança relatou que o pai teria "colocado" um dedo na vagina dela.
Indícios
A mulher imediatamente levou a criança ao pronto-socorro da cidade, onde o médico que a examinou constatou possível abuso sexual e comunicou os funcionários, que acionaram a Polícia Militar e o Conselho Tutelar.
Os policiais foram à casa do pai da menina, que negou o crime e foi conduzido ao plantão policial de Penápolis, onde também estiveram a mãe da vítima, a vítima e uma conselheira tutelar.
A trabalhadora rural e a conselheira prestaram depoimento, mas em virtude da pouca idade, a criança não foi ouvida, pois a delegacia não apresenta todos requisitos para a realização de escuta especializada.
O pai da menina também não foi ouvido porque estava desacompanhado de um advogado, mas informalmente manteve a versão de que não cometeu o crime.
Após o boletim de ocorrência de estupro de vulnerável ser registrado ele foi liberado e um inquérito será instaurado.
