De acordo com os promotores, cinco candidatos teriam pagado entre R$ 80 e R$ 120 mil para que outras pessoas fizessem as provas no lugar delas. O inquérito instaurado pelo MP apurou os crimes de organização criminosa, estelionato e falsificação de documento.
Investigação
A investigação identificou os alunos e os responsáveis pela ação, desvendando a existência de possível organização criminosa. Ainda segundo o Ministério Público, os integrantes supostamente se dedicam a fraudar processos de transferência de alunos de uma faculdade para outra, sempre no curso de medicina.
Foram expedidos e cumpridos vários mandados de busca e apreensão, visando a coleta de provas. Houve ainda o sequestro de bens das pessoas ligadas à organização criminosa.
A operação contou com a participação de 350 policiais civis apoiados em cada região do Estado, Policiais Civis de Minas Gerais e Promotores de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo.
