Os moradores do Noroeste Paulista estão acostumados com o tempo seco e as temperaturas altas. Mesmo que durante o período do outono e inverno, massas de ar frio podem passar pela região, a umidade do ar continua baixa.
Mas não são somente as pessoas que sentem essa mudança no tempo; os animais também são prejudicados. Mas como esse processo acontece levando em conta a genética animal? Quais são as medidas que devem ser adotadas no tratamento do rebanho?
Confira agora algumas dicas de como proceder com a produção pecuária em tempos de seca e queda brusca de temperatura.
Tempo seco
De acordo com o engenheiro agrônomo e um dos sócios da Origem Premium, Raul Moraes Neto, o animal sente frio assim como os seres humanos.
Desta forma, quando o tempo está seco e as temperaturas muito baixas, acontece uma mobilização de energias para que o animal possa se aquecer. Com isso, ocorrem alterações de pastejo, as quais diminuem e, consequentemente, o ganho peso.
“Na seca, o capim seco se torna menos produtivo, menos rico em nutrientes. Por isso, é preciso traçar uma estratégia nutricional, sanitária e de manejo para esse período do ano, pensando no objetivo da criação”, explica Moraes Neto.
Possibilidades
Raul conta que é possível utilizar diversas tecnologias durante esse período de mudança de temperatura. De acordo com ele, durante os meses de maio a setembro, os animais da Raça Araguaia são submetidos a um processo conhecido como Tip (Terminação Intensiva a Pasto).
Essa atividade consiste em manter os animais no pasto, com uma nutrição ajustada ao ganho de peso desejado. Assim, é possível assegurar as melhores condições para o bem estar do animal e a viabilidade econômica do processo.
O resultado é nitidamente percebido no aumento de peso do animal, na qualidade da carne e, consequentemente, na receita do produtor.
“Os animais da raça Araguaia possuem grande conversão alimentar, ou seja, são muito eficientes na transformação do alimento em ganho de peso. Por essa razão utilizamos a TIP durante a seca, para que esse potencial genético não seja desperdiçado”, relata o engenheiro agrônomo.
Controle
A sanidade animal também é acompanhada durante todo o processo de produção pecuária. Raul diz que, quando se inicia o período de seca, é feito um controle de verminoses, moscas e carrapatos.
O animal passa por um manejo sanitário, o qual inclui vacinação, aplicação de vermífugos, controle de ectoparasitas e correta suplementação mineral.
Para livrar os bovinos das moscas, é usada uma técnica de medicação no dorso do animal, a qual colabora para que os insetos se afastem do rebanho.
Segundo Moraes Neto, é importante que a saúde, o bem-estar animal e a nutrição caminhem lado a lado, para obter os resultados pretendidos.
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