A Professora Especialista e Historiadora Luciana Cardoso do Nascimento Silva teve uma trajetória marcante nas etapas da Conferência de Políticas para Mulheres.
Inicialmente, atuou como palestrante na Conferência Municipal de Políticas para Mulheres, onde contribuiu com reflexões sobre igualdade de gênero, direitos e empoderamento feminino.
Durante o evento, foi eleita delegada municipal, conquistando o direito de representar Três Lagoas na Conferência Estadual, realizada em Campo Grande (MS).
Na etapa estadual, Luciana foi novamente eleita, desta vez para integrar a delegação que representou o Mato Grosso do Sul na 5ª Conferência Nacional de Políticas para Mulheres, em Brasília (DF).
Na capital federal, participou ao lado de representantes de diversas regiões do país, compondo a delegação do Centro-Oeste.
De Três Lagoas, participaram uma representante da Assistência Social, uma da Saúde e a Professora Luciana, que representou a Educação Estadual, o Conselho Municipal dos Direitos do Negro e o Movimento das Mulheres Negras de Três Lagoas.
Durante a conferência nacional, Luciana Cardoso foi eleita relatora do Eixo 4 – “Educação para Igualdade e Cidadania” , assumindo a responsabilidade de defender as propostas construídas coletivamente. As proposições apresentadas foram aprovadas com mais de 90% dos votos, reforçando a importância da educação como ferramenta de transformação social e promoção da equidade de gênero.
Segundo Luciana, participar desse processo foi uma experiência única e histórica. A 5ª Conferência Nacional de Políticas para Mulheres não era realizada há aproximadamente dez anos, e este retorno marcou um momento inédito no cenário político brasileiro: pela primeira vez, 50% das representantes da sociedade civil eram mulheres negras.
“Foi uma vivência extraordinária, não apenas pelo reencontro nacional das mulheres em torno das políticas públicas, mas pelo simbolismo histórico de vermos mulheres negras ocupando esses espaços de decisão. Saímos de Brasília com a certeza de que estamos construindo caminhos mais justos e igualitários para todas as mulheres do Brasil” , destaca Luciana.
Com informações: ASCOM.
