Nesta segunda-feira (23), as autoridades da Indonésia confirmaram que a turista brasileira Juliana Marins foi localizada com vida após ter caído em um penhasco no Monte Rinjani, um vulcão ativo na ilha de Lombok. A brasileira havia desaparecido no sábado (21) durante uma trilha e foi encontrada por equipes de busca com auxílio de um drone equipado com sensor térmico.
Segundo a Agência Nacional de Busca e Salvamento da Indonésia (Basarnas), Juliana foi encontrada por volta das 7h05min. da manhã, no horário local (20h25min. de domingo em Brasília). Ela foi vista a 500 metros, aproximadamente, do ponto de queda, na região conhecida como Cemara Nunggal. No entanto, o resgate ainda não foi realizado devido às difíceis condições meteorológicas, que forçaram a suspensão das atividades dos socorristas.
As autoridades do país informaram que um helicóptero será enviado para buscar Juliana na manhã de terça-feira (24), seguindo o horário local. Uma equipe especializada em resgate irá acompanhar a operação.
Os familiares da brasileira seguem preocupados com a condução do resgate, pois Juliana está sozinha, sem comida, sem água e seu estado de saúde ainda é desconhecido. A família também espera que um alpinista experiente, que tenha conhecimento da região, consiga chegar até Juliana ainda na noite desta segunda-feira para prestar auxílio emergencial até a chegada oficial das equipes de resgate.
De acordo com alguns familiares próximos, Juliana não é montanhista profissional, mas uma mochileira que viajava pela Ásia desde fevereiro. Ela fazia parte de um grupo de turistas conduzido por um guia local. No segundo dia da trilha, Juliana se sentiu exausta e acabou ficando para trás.
Agora, a família pressiona o governo brasileiro por uma atuação mais firme junto das autoridades indonésias, para que o resgate aconteça o mais rápido possível. O caso mobilizou milhares de brasileiros que acompanham a situação de Juliana Marins com apreensão e esperança de que tudo o ocorra bem.
