Na noite de terça-feira (4), Júlia Andrade Cathermol Pimenta, acusada de assassinar seu namorado, o empresário Luiz Marcelo Antonio Ormond, se entregou à polícia na 25ª DP no Rio de Janeiro.
O corpo de Ormond foi encontrado em avançado estado de decomposição no apartamento que compartilhava com Júlia, no Engenho Novo, em 20 de maio. Segundo a polícia, ela teria envenenado o empresário no dia 17 de maio e ficou com o cadáver em casa por três dias.
Uma suposta cúmplice, Suyany Breschak, auto-intitulada cigana, está presa sob suspeita de cumplicidade no crime. Ela afirmou ter efetuado trabalhos espirituais para Júlia e reivindicado uma dívida de R$ 600 mil. Como parte do pagamento, Júlia teria entregado a Suyany o carro de Ormond, avaliado em R$ 75 mil.
Ao se entregar, Júlia manteve a cabeça baixa e não fez comentários à imprensa. A acusada estava acompanhada de sua advogada, Hortência Menezes, e do delegado Marcos André Buss.
