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Mulher é morta a facadas na frente de casa em Jardim; é o 33º feminicídio em MS em 2025

Aline Silva, de 26 anos, foi atacada por homem que não aceitava fim de relação; suspeito está foragido.

Redação - Hojemais - Três Lagoas 
05/11/25 às 15h22
(Foto: Aline Silva, 26 anos, morta a facadas 33º feminicidio em MS - Imagem: Reprodução)

Uma mulher identificada como Aline Silva, de 26 anos, foi morta a facadas na noite de terça-feira dia (4), na frente da própria casa, no bairro Santa Luzia, na cidade Jardim.

O caso é investigado como feminicídio e eleva para 33 o número de vítimas desse tipo de crime em Mato Grosso do Sul em 2025, segundo dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

De acordo com informações do Jardim MS News, o suspeito, um homem de aproximadamente 55 anos, foi até a residência da vítima e a chamou no portão. Ao se negar a atendê-lo, Aline foi puxada para fora do imóvel e atingida com várias facadas.

Ainda segundo o portal local, o crime teria sido motivado pela recusa da jovem em manter um relacionamento com o agressor. Após o ataque, o homem fugiu em direção a uma área de mata próxima e, até o momento, segue foragido.

Conforme informações da Polícia Civil, o suspeito possui passagens por tráfico de drogas e utilizava tornozeleira eletrônica no momento do crime. A polícia realiza diligências na região para tentar localizar o autor. O suspeito usava tornozeleira eletrônica.

 

Durante o ataque, a vítima estava acompanhada da mãe e da filha, uma criança que presenciou a cena.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas, ao chegarem ao local, constataram que a mulher já não apresentava sinais vitais. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Jardim.

A Polícia Militar, Polícia Civil e a Perícia Técnica compareceram à cena do crime para os procedimentos de praxe.

Contexto da violência contra a mulher

Mato Grosso do Sul está entre os estados com maior índice de feminicídios per capita do país. Somente em 2025, 33 mulheres foram assassinadas por motivos relacionados à condição de gênero, segundo levantamento da Sejusp até o início de novembro.

A polícia reforça que denúncias de violência doméstica podem ser feitas de forma anônima pelo 190 (emergência), 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou nas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs).

 

 Com informações adicionais do site Jardim MS News*

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