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Pesca segue proibida em MS: PMA intensifica fiscalização durante a Piracema

Operação está em andamento desde 5 de novembro e reforça ações no Rio Paraná e rios estaduais.

Andressa de Paula - Hojemais Três Lagoas
25/11/25 às 13h57
Foto: Arquivo Hojemais Três Lagoas

A Operação Piracema 2025/2026 completou mais de duas semanas em Mato Grosso do Sul e segue com fiscalização reforçada para coibir a pesca irregular durante o período reprodutivo dos peixes. O defeso começou no dia 5 de novembro e vai até 28 de fevereiro de 2026, tempo no qual a pesca permanece proibida em todos os rios estaduais.

Em Três Lagoas, o trabalho é feito pela Polícia Militar Ambiental (PMA) em conjunto com as guarnições de Água Clara, Ribas do Rio Pardo e Aparecida do Taboado. As equipes atuam diariamente em pontos estratégicos, incluindo áreas de difícil acesso, para impedir práticas ilegais e orientar quem frequenta os rios.

Segundo o Tenente Santanna, a prioridade da PMA é orientar, mas irregularidades foram registradas já nos primeiros dias. “Durante a nossa fiscalização já foi encontrado pessoas que estavam realizando a pesca sem licença, mas foi orientada. Como não configurou crime no momento, ela foi orientada e somente recebeu a multa administrativa”, explicou o militar.

O tenente reforça que o patrulhamento ocorre tanto nos rios estaduais quanto na calha do Rio Paraná, onde as equipes intensificam a presença com embarcações. “Caso identifique alguém com o intuito de fazer alguma pesca, a gente faz as orientações e as pessoas ficam bem atendidas”, destacou.

O que pode e o que não pode durante a Piracema

Nos rios estaduais, toda a pesca está proibida, inclusive a pesca de barranco. Já no Rio Paraná, por ser calha federal, existe exceção para o pescador amador, que pode capturar apenas espécies exóticas, tucunaré, curvina e tilápia, utilizando vara simples ou molinete e portando licença regular. O limite permitido é de 10 quilos com direito a um exemplar. A pesca profissional com redes, surrede ou outros equipamentos permanece proibida.

Fiscalização reforçada

A estrutura empregada pela PMA envolve 355 policiais distribuídos em 26 subunidades, com apoio de 80 viaturas e 65 embarcações, garantindo cobertura terrestre e fluvial em todo o Estado. O objetivo é ampliar a presença nos rios, reduzir práticas predatórias e assegurar o cumprimento das normas durante o período mais sensível para a reprodução da fauna aquática.

Operação segue até fevereiro

A PMA reforça que qualquer tipo de pesca que desrespeite as regras do defeso pode resultar em apreensão de equipamentos, multa e responsabilização criminal. Denúncias e dúvidas podem ser encaminhadas diretamente às autoridades ambientais.

A Operação Piracema continua até o dia 28 de fevereiro, fortalecendo a proteção dos rios e garantindo a recuperação natural das espécies.

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