A Polícia Civil deflagrou neste sábado (9) por volta das 22 horas, em Água Clara, a Operação Lei e Ordem, com a finalidade de coibir eventos clandestinos em bares, clubes, ruas e rodovias.
A operação foi deflagrada após registros de ocorrências de diversos delitos, como tráfico de drogas, disparo ilegal de arma de fogo, fornecimento de bebida alcóolica para menores de 18 anos, embriaguez ao volante, direção perigosa, manobra de exibição dentre outros.
A operação empregou todo o efetivo da Delegacia de Polícia de Água Clara, bem como contou com o apoio da Delegacia Regional de Polícia e do SIG de Três Lagoas, da Delegacia de Polícia de Ribas do Rio Pardo e da Polícia Militar.
De acordo com a Polícia Civil foram feitas incursões em eventos com música ao vivo, com um considerado número de pessoas, para os quais não havia qualquer tipo de autorização do Poder Público.
Durante a operação ocorreram diversas prisões, dentre as quais a de um homem que estava fornecendo bebida alcoólica para menores de 18 anos, de diversas pessoas que estavam portando drogas como: ecstasy, maconha, cocaína, LCD, MDMA, haxixe dentre outras para consumo pessoal, além de pessoas que estavam se agredindo, dentre outras.
Conforme a operação se estendia pela cidade, as pessoas passaram a deixar os locais fiscalizados e a convergir para um único ponto.
Em determinado momento, a Polícia Militar solicitou apoio, pois no local havia uma aglomeração de pessoas que estava gerando distúrbios, com brigas e delitos de trânsito.
A equipe da Polícia Civil foi até o ponto, onde um homem que agrediu outro com um capacete acabou preso.
As pessoas que estavam se recusaram a deixar o local, inclusive tentando agredir os policiais, que tiveram de usar força moderada e progressiva para dispersar a multidão, através de granadas de efeito moral e disparos de munição não letal.
A Polícia Civil esclareceu que qualquer tipo de evento aberto ao público e com venda de bebidas alcóolicas devem seguir rigorosos trâmites junto ao Poder Público para garantir a segurança dos presentes e a fiscalização pela polícia.
A não adoção dos pressupostos previstos em lei pode implicar na prisão do organizador do evento pela contravenção penal de exercício irregular da profissão.
