Na noite de 23 de setembro, a Polícia Civil de Ivinhema foi alertada sobre o desaparecimento de Mariana Agostinho Defensor, de 32 anos. O alerta foi dado às 21h. O caso tomou um rumo sombrio quando o carro da família foi encontrado na Gleba Vitória, em Ivinhema, com o esposo da vítima, um homem de 33 anos, desacordado após uma tentativa de suicídio. Ele foi resgatado e transferido para Dourados, onde foi entubado.
Rapidamente, as investigações evoluíram, com depoimentos de testemunhas e análise pericial no veículo levando a hipótese de feminicídio, onde o esposo da vítima se tornou o principal suspeito. O pedido de prisão temporária foi prontamente feito pela autoridade policial e aceito pelo Ministério Público, sendo homologado pelo Poder Judiciário.
No dia seguinte, 24 de setembro, logo após recuperar a consciência, o suspeito foi preso pela Polícia Civil de Ivinhema em Dourados. Durante o interrogatório, ele admitiu ter assassinado sua esposa com 58 facadas após uma discussão. O crime ocorreu na presença das filhas do casal, de 3 e 1 anos de idade, que estavam no banco traseiro do veículo. Depois de cometer o homicídio, ele ocultou o corpo em um canavial na área rural de Ivinhema.
Com base nas informações fornecidas pelo suspeito, a Polícia Civil encontrou o corpo da vítima no local indicado. A perícia criminal foi chamada, e o exame necroscópico revelou que Mariana sofreu 58 facadas, das quais 17 estavam no rosto.
