Na última semana, a investigação sobre o desaparecimento de Cláudia tomou um rumo inesperado com a detenção de Roberto Franceschetti Filho, até então presidente da Apae de Bauru.
Dois dias após o sumiço de Cláudia, Franceschetti Filho utilizou as redes sociais da associação para divulgar uma nota lamentando o ocorrido e confirmando a cooperação da Apae nas investigações.
Franceschetti Filho foi submetido a uma audiência de custódia que resultou em sua prisão temporária por 30 dias. Segundo o advogado de defesa, Leandro Pistelli, a equipe ainda não teve acesso ao inquérito, que está sob segredo de Justiça e deverá ser avaliado na próxima segunda-feira. Pistelli enfatizou que seu cliente não foi interrogado até o momento.
A Secretaria da Segurança Pública informou que a investigação sobre o desaparecimento de Cláudia está sendo conduzida pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Bauru, com diligências em curso para localizar a vítima e esclarecer os fatos.
Devido à prisão, Franceschetti Filho deixou a presidência da Apae, que agora é liderada por Maria Amélia Moura, anteriormente a 1ª vice-presidente. Em nota, a nova gestão da Apae expressou surpresa com o envolvimento de Franceschetti Filho no caso e garantiu que os serviços da entidade continuam normalmente.
Com informações adicionais Estadão*.
