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Viúva que denunciou traição se arrepende de ter enviada mensagens

Esposa de Fernando declarou à delegada que não sabia que Lúcio perderia a cabeça e iria assassinar duas pessoas.

Ana Carolina Kozara - Hojemais Três Lagoas
10/10/19 às 10h17
PMA responde pelos crimes de feminicídio e homicídio qualificado.

A esposa de Fernando Henrique Freitas, assassinado pelo policial militar ambiental Lúcio Roberto Cabral no último sábado (5) em Paranaíba, distante 177 km de Três Lagoas, disse em depoimento à delegada Eva Maria Cogo, que se arrepende de ter contado sobre a suposta traição do marido com a esposa do policial.

De acordo com a delegada, durante seu testemunho a viúva contou que não imaginou a deleção da suposta infidelidade terminaria em morte.

A viúva flagrou mensagens trocadas entre Fernando e Regianni, tirou prints do conteúdo e enviou para Lucio tivesse conhecimento do que estava acontecendo e não imaginou que o policial perderia a cabeça iria cometer os homicídios.

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Relembre o Caso

Lucio recebeu as mensagens delatando a traição da esposa na noite de sábado (5), questionou Regianni, 32 anos, que negou a suposta infidelidade. Nervoso, o policial saiu da casa dos pais onde estava e foi até a casa de Fernando, localizada no centro da cidade, invadiu o imóvel e disparou contra o homem na presença da esposa e da filha do casal, depois retornou e assassinou Regianni.

O policial fugiu do local e se escondeu na zona rural do município, se apresentando à Polícia Civil na tarde de terça-feira (8). Lucio foi preso e levado ao Presido Militar de Campo Grande.

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