Especulações nos corredora da Câmara de Três Lagoas dão conta de que a vereadora Sirlene dos Santos (PSDB) - que se encontra internada em Campo Grande por conta de um aneurisma sofrido recentemente - deverá ir para o PMDB, tendo em vista o fato de que o ninho tucano está com vários nomes interessados em se tornar deputado, dentre os quais, o presidente da Câmara André Bittencourt e o vice-prefeito, Paulo Salomão, além de Luiz Akira.
JANELA
Vale lembrar que a possível troca de partido, que não foi confirmada por sua assessoria, só se dará na janela da infidelidade, que será aberta seis meses antes das Eleições 2018. Sobre a candidatura de Sirlene, assessora sua disse: "sei não...só se ela estiver muito bem. É o desejo dela, porém, veremos as possibilidades". Outros vereadores também poderão mudar de legenda.
DOBRADINHA
Apesar de o PMDB ter candidato a deputado estadual, que é o ex-vereador Idevaldo Claudino, Sirlene teria o apoio irrestrito do presidente do partido, o deputado estadual Eduardo Rocha, que vai sair para deputado federal e dobraria com ela em Três Lagoas e na região.
MAIS PROVÁVEL
Outra possibilidade, que seria mais provável, é Sirlene dobrar com o deputado estadual e ex-presidente da Assomasul Beto Pereira, filho do ex-senador Valter Pereira. Ela já teria um compromisso firmando com o deputado.
NEUTRO
Um questionamento que muitos têm feito em relação às eleições do ano que vem - especificamente sobre os candidatos de Três Lagoas - é quais deles serão ungidos pelo prefeito Angelo Guerreiro (PSDB). Entretanto, o que se sabe é que o caubói não deverá declinar apoio a nenhum candidato, preferindo ficar neutro no pleito. Ele não quer se queimar com nenhum deles, já que precisará das emendas de qualquer um que chegar lá.
ERRATA
Em recente nota sobre a maior bancada que a Câmara de Três Lagoas poderá ter com a possível fusão do DEM, PSD e PSB, erramos ao publicar que o PSDB tem quatro vereadores, na verdade ele tem cinco, mesmo número do novo partido que poderá surgir com o nome de PSL. Nesse caso, os dois partidos teriam a maior bancada. Esquecemos de incluir o tucano Luiz Akira. "Provavelmente porque ele é baixinho", brincou um colega seu.