Que o prefeito Angelo Guerreiro (PSDB) está insatisfeito com alguns secretários não é mais segredo para ninguém. E ele já avisou que cabeças poderão rolar. O que resta saber, é quem são os que estão destoando de seu rigoroso estilo de administrar e quando pretende agir. Anteriormente, disse que os ‘fora do padrão’ teriam mais seis meses de oportunidade. Pelo jeito, entretanto, não irão durar tanto tempo.
PAREDÃO
Em relação a isto, especulador de plantão garante que quatro secretários estariam no paredão e que eles poderiam ser eliminados na semana subsequente ao feriado de 7 Setembro (Pelo menos no Diário Oficial desta segunda-feira (11), não saiu publicada nenhuma exoneração). Questionado sobre o assunto, fonte de dentro da Prefeitura reiterou a insatisfação do prefeito, mas assegurou que é improvável a queda de dois dos secretários (L & L) citados pelo espalhador de boatos.
SÓ RUMORES?
Outra coisa: o motivo da queda de um dos secretários seria por questões partidárias, ou seja, a legenda que o indicou estaria prestes a deixar a base de Guerreiro na Câmara. Quanto a isto, também é possível que não passe rumores, já que a avaliação do prefeito não tem levado em conta o partido ao qual pertencem os integrantes do seu secretariado, mas sim a competência.
REAÇÃO
Em meio à reviravolta que colocou em xeque o acordo entre o Ministério Público Federal e os chefões do grupo JBS, deputados – governistas e da oposição – se articulam nos bastidores para dar celeridade à aprovação de projetos que mudam as atuais regras da delação premiada.
Uma das propostas, de autoria do deputado Heráclito Fortes (PSB-PI), proíbe o delator de alterar ou acrescentar informações após o primeiro depoimento - sob risco de perder os benefícios da colaboração.
SIGILO
O outro projeto, de autoria do deputado Wadih Damous (PT-RJ), impede investigados que estiverem presos de celebrar acordos de delação premiada.
O texto também estabelece que nenhuma denúncia poderá ser baseada apenas em delação e os nomes dos citados devem seguir em sigilo.