Com a chegada da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), muitas pessoas tiveram que readaptar suas rotinas, as aulas passaram a ser online, o trabalho em forma de home office e as saídas de casa apenas em caso de extrema necessidade. Todas essas medidas visam o isolamento social, sendo essa uma das formas encontradas para reduzir a curva do contágio.
No entanto manter-se longe do mundo exterior pode parecer uma tarefa um tanto quanto difícil, uma vez que isso afeta diretamente a nossa saúde mental, que quando não cuidada começa a apresentar algumas desordens caracterizada pela depressão, ansiedade e síndrome do pânico.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), essas doenças atingem cerca de 350 milhões de pessoas no mundo e sabe o que é pior ? - Elas são inimigas invisíveis do coração. Isso mesmo, e pensando nisso no blog de hoje os profissionais da Clínica Vitalcor vão abordar os riscos que os problemas mentais podem oferecer a saúde cardiovascular. Confira!
Os sintomas causados pela depressão, ansiedade ou a síndrome do pânico podem agravar ou somar fatores de risco tradicionalmente reconhecidos como causadores das doenças cardiovasculares, assim como a obesidade, tabagismo, pressão elevada, colesterol alto, diabetes, sedentarismo entre outros.
Em 2017, durante um congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo foi apresentado uma pesquisa onde os dados deixam claro que o manejo do estresse e o tratamento da depressão, ansiedade e pânico, contribuem para a redução de possíveis eventos cardiovasculares .
Alguns problemas de origem mental, assim como a insônia podem aumentar em 30% o risco do desenvolvimento da hipertensão por exemplo. Além disso pessoas que dormem menos de 5 horas por noite enfrentam um risco 520% maior! - Número esse alarmante.
As pessoas com transtorno de ansiedade generalizada (TAG) apresentam, por sua vez, um risco 30% maior de ter uma doença cardiovascular.
Vale ressaltar que as dificuldades psicológicas podem ser uma porta de entrada para possíveis vícios. No Brasil o consumo do álcool tem tido um aumento expressivo e cerca de 1,5 milhões de brasileiros com mais de 18 anos fazem o uso da maconha de forma diária e 8,4 milhões fazem o uso ao menos 4 vezes por semana. Comportamentos esses que podem sim ser desencadeados por meio da depressão, estresse, ansiedade ou síndrome do pânico e acabam afetando diretamente a saúde cardiovascular.
Portanto, estar bem com a saúde física requer um cuidado com a saúde mental também, uma vez que ambos precisam um do outro para exercer suas funcionalidades de maneira saudável. Sendo assim durante essa quarentena procure cuidar da mente, faça exercícios em casa e busque a realização de atividades atrativas e momentos prazerosos.
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