A automedicação é um hábito comum para muitos brasileiros, que tomam remédios sem orientação ou recomendações médicas para buscar um alívio imediato. De acordo com o Conselho Federal de Medicina, cerca de 77% da população usa medicação sem orientação profissional.
Esse ato é perigoso para a saúde de modo geral e pode causar lesões na pele e gerar complicações para órgãos, como rins e fígado. Um dos principais afetados é o coração, segundo explicam os cardiologistas Dra. Vanessa Calil Calandrin e o Dr. Ulisses Calandrin, da renomada Clínica Vitalcor de Três Lagoas.
“A automedicação acarreta em diversos riscos para o organismo humano, podendo ser responsável por intoxicações, mascarar sintomas e dificultar diagnósticos e até mesmo agravar a situação ou agregar uma nova doença, pela seleção incorreta de remédios” – informam.
Os pacientes cardiopatas devem se atentar e evitar se automedicar, isso porque o uso de medicamentos de forma irresponsável pode prejudicar a saúde do coração. Então, não se trata de um mito e sim, de uma
VERDADE
, os riscos que esse hábito pode ocasionar.
Quais os riscos para a saúde cardíaca?
Remédios que alteram a pressão arterial são os que devem ser tomados com maior cautela, por impactar diretamente no bem-estar do coração, uma vez que pode aumentar as chances de infarto. Os anti-inflamatórios como ibuprofeno e diclofenaco sódico demonstraram relação com paradas cardíacas, seu uso prolongado altera a função das plaquetas e a pressão arterial.
“Além dos pacientes cardiopatas, as pessoas com predisposição às doenças cardíacas não devem praticar a automedicação com frequência, assim como hipertensos e diabéticos. A depender da medicação, as consequências podem variar entre aumento de pressão, arritmia e insuficiência cardíaca” – orientam os especialistas.
Alguns fármacos para redobrar a atenção são os anti-histamínicos, que podem prejudicar o ritmo do coração, descongestionantes nasais, que agem como estimulante para a pressão arterial e frequência cardíaca, e medicamentos para emagrecer.
“Os remédios não são perigosos, eles devem ser utilizados corretamente e com a devida orientação médica. Todas as substâncias mencionadas tem sua eficácia e recomendação a ser seguida, a dica é não se automedicar e contar com o apoio e a ajuda de um profissional capacitado” – concluem.
Já realizou seu check up cardiológico este ano? Segundo os cardiologistas da Clínica Vitalcor, o check up cardiológico deve ser realizado ao menos uma vez por ano. Pacientes com histórico familiar de problemas cardíacos ou predisposição a doenças do tipo, duas vezes por ano é preciso verificar se tudo está bem.
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