AO VIVO
Clínica Vitalcor

Fibrilação atrial, a doença silenciosa que pode resultar em AVC

Para falar sobre o assunto, o Portal Hojemais conversou com médicos cardiologistas da Clinica Vitalcor

Julia Rafaela  - Hojemais Três Lagoas 
10/02/23 às 19h00

Entre muitos pacientes, a arritmia cardíaca é descrita como a sensação do coração batendo fora do ritmo ou como se tivesse uma batedeira dentro do peito, é o famoso “coração descompassado”. A condição é mais comum do que se imagina, mas o que poucas pessoas sabem, é que a arritmia possui diferentes variedades, dentre elas está a fibrilação atrial. 

A condição atinge cerca de 37 milhões de pessoas no mundo todo e a previsão é de que esse número dobre até 2050, um dado preocupante, tendo em vista que na grande maioria das vezes a doença é silenciosa, mas pode resultar em cardiomiopatia, demência, ataque cardíaco, insuficiência cardíaca e Acidente Vascular Cerebral (AVC). 

Segundo os médicos cardiologistas da Clínica Vitalcor de Três Lagoas, Dra. Vanessa Calil Calandrin e o Dr. Ulisses Calandrin, o coração possui quatro cavidades, as de baixo que se chamam ventrículos e as de cima se chamam átrios. O átrio é o que bate primeiro, levando o sangue para os ventrículos, que, então, bombeiam o sangue para o restante do corpo. E isso acontece em um ritmo específico. O que acontece na fibrilação é um descompasso dos estímulos elétricos nos átrios, que não contraem de maneira efetiva e começam a fibrilar.

Médicos cardiologistas da Clínica Vitalcor de Três Lagoas, Dra. Vanessa Calil Calandrin e o Dr. Ulisses Calandrin.

“O grande problema nisso tudo, é que quando esses impulsos elétricos ocorrem fora do tempo, fazendo tremer ou fibrilar os átrios, podem surgir coágulos sanguíneos, que percorrem nossa corrente sanguínea podendo chegar ao cérebro e causar um AVC” – explicaram. 

A preocupação maior entre os cardiologistas, é o fato de que muitas pessoas que são acometidas pela doença não manifestam sintomas e o primeiro sinal pode ser logo um derrame. Por isso, a importância de realizar as consultas periódicas para verificar a saúde cardiológica. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

SINTOMAS DA FIBRILAÇÃO ATRIAL 

Embora os sintomas não sejam sempre existentes, quando eles surgem podem manifestar alguns indícios, bem como: 

  • Palpitações;
  • Cansaço inexplicável (ainda que em repouso);
  • Tontura;
  • Falta de ar;
  • Sudorese;
  • Dor torácica e fraqueza.

“O ritmo normal do coração varia entre 50-60 a 100 batimentos por minuto e ao fazer atividades de alta intensidade, é comum que esse número chegue a 150 a 180, algo normal. Desse modo, é necessário aprender a sentir os batimentos, algo que pode ser feito pelo pulso ou com o auxílio gadgets, como os smartwatches, que fazem esse mapeamento” 

Caso o ritmo esteja acelerado, mas compassado, é provável que dentro de alguns minutos o coração volte a trabalhar normalmente. Agora, se houver um descompasso, é importante procurar ajuda médica especializada. 

Diagnóstico e tratamento

A condição pode ser diagnosticada por meio de dois exames: o eletrocardiograma ou pelo holter, que monitora a atividade elétrica cardíaca por 24 horas ou mais, um monitoramento mais longo e assertivo. 

“Quando a fibrilação é diagnosticada, é feita uma análise via escore de CHADS2, um método de avaliação do risco cardiovascular, e por meio da pontuação que leva em consideração fatores como idade e outras comorbidades para entender os riscos daquele paciente de sofrer um AVC ou outro problema de saúde”.

Além disso, é importante também controlar os fatores de risco, que são hipertensão, diabetes, obesidade, colesterol alto, tabagismo, consumo excessivo de energético e bebidas alcoólicas, apneia do sono, sedentarismo  e estresse – “O equilíbrio desses fatores reduz as chances de acontecimento do quadro, bem como a frequência dos episódios e a recidiva”. 

Assim como as mudanças de hábitos que fazem parte do tratamento, alguns medicamentos orientados podem também reverter o quadro, geralmente esses remédios são voltados para o controle de ritmo cardíaco, de controle de frequência e anticoagulantes. 

Já realizou seu check up cardiológico este ano? Segundo os cardiologistas da Clínica Vitalcor, o check up cardiológico deve ser realizado ao menos uma vez por ano. Pacientes com histórico familiar de problemas cardíacos ou predisposição a doenças do tipo, duas vezes por ano é preciso verificar se tudo está bem. 

Esse check up é realizado por meio de exames para monitorar a saúde do coração e diagnosticar doenças cardiovasculares com o intuito de também preveni-las.

Acompanhe a Clínica Vitalcor para ficar por dentro de vários assuntos sobre a saúde do seu coração, dicas e muito mais!

A Clínica Vitalcor conta com um grupo de profissionais qualificados e atualizados que tem como objetivo a prevenção de doenças cardiovasculares, assim como a detecção precoce e o tratamento adequado das doenças do coração, para proporcionar sempre uma melhor qualidade de vida aos seus pacientes. 
Aqui, realizamos consultas médicas e exames cardiológicos modernos para alcançar os variados diagnósticos e auxiliar na tomada de decisão para o melhor tratamento.


(67) 98477-8661 | (67) 3522-2883 | (67) 3522-8676 | (67) 3521-4540
Rua Munir Thomé, 2170 - Três Lagoas | MS

 MAIS DE CLÍNICA VITALCOR
VEJA TODAS DE CLÍNICA VITALCOR
Franquia:
Três Lagoas MS
Franqueado:
Empresa Jornalística e Editora Hojemais Ltda.
01.423.143/0001-79
Editor responsável:
WESLEY MENDONÇA SRTE/SP46357
atendimento@agitta.com.br
Todos os direitos reservados © 1999 - 2026 - Grupo Agitta de Comunicação.