O uso da regeneração celular para a melhoria de muitas condições médicas é uma das mais atuais inovações na medicina, e é claro que a dermatologia e os cuidados com a pele não ficariam de fora dessa revolução. As principais terapias quando o assunto é dermatologia estética são o PDRN (polidesoxirribonucleotídeo) e os exossomos.
Para explicar como funcionam essas técnicas e quais são as suas vantagens, o Hojemais Três Lagoas entrevistou a Dra. Maria Angélica Gorga (CRM:1947 / RQE:1035), dermatologista expert em procedimentos que vão além da estética.
Segundo a médica, essa terapia faz parte da medicina preventiva e os procedimentos regenerativos apresentam o objetivo de corrigir as marcas do envelhecimento, mas tem papel essencial para a prevenção de doenças de pele, que impactam a saúde física e mental dos pacientes.
Dra. Maria Angélica Gorga (CRM:1947 / RQE:1035)
O PDRN é uma substância que tem origem no DNA do salmão ou de trutas de águas geladas, e conta com propriedades regenerativas únicas, com excelente potencial para estimular a proliferação celular e serve para a reparação de tecidos danificados. Com isso, o PDRN é capaz de promover a cicatrização e a renovação da pele, se demonstrou eficaz no tratamento de feridas crônicas, úlceras venosas, queimaduras, e até mesmo em procedimentos estéticos como rejuvenescimento facial.
“A aplicação dessa substância é realizada de maneira tópica, simples e pode ser utilizada no rosto, no colo, no pescoço e até mesmo nos braços e abdômen. Após a aplicação, o PDRN atua na estimulação de colágeno, diminui a inflamação e melhora significativamente a qualidade da pele” – afirma a profissional.
Assim como o PDRN, os exossomos agem a nível celular. Eles estão presentes nas células-tronco e são repletos de DNA, RNA, lipídios e proteínas, ou seja, podem ser descritos como pequenas vesículas extracelulares com alta carga de material genético, com capacidade de modular processos celulares, incluindo proliferação, diferenciação e regeneração tecidual. Os exossomos transmitem mensagens na comunicação intracelular e, principalmente, informações genéticas.
Trata-se de uma aplicação segura, indolor e não invasiva, que ainda impulsiona a produção de colágeno e elastina, e proporciona firmeza, definição e elasticidade nos tecidos da pele.
“Os exossomos são alternativas para o tratamento de alopecia, calvicie feminina e queda de cabelos, isso porque estimulam a regeneração e o crescimento dos folículos capilares. Sua atuação diminui a inflamação da região e favorece a circulação sanguínea” – orienta.
Quais são suas aplicações e indicações?
Na terapia regenerativa, as duas substâncias são combinadas e têm seus efeitos amplificados. Aplicados em conjunto, o PDRN e os exossomos podem acelerar a cicatrização de feridas, reduzir as cicatrizes e aprimorar a regeneração da pele, ao melhorar sua textura e suavizar os sinais de envelhecimento. Quando associados ao microagulhamento robótico e demais técnicas, como o laser ZYE e Ultraformer, durante a sessão do tratamento, seus resultados são ainda mais impressionantes e positivos.
“As técnicas reduzem linhas de expressão e rugas, criam um efeito lifting e são recomendados para o tratamento de melasma. No corpo, tem poder de amenizar estrias e celulites, por sua característica regenerativa. O PDRN e os exossomos mantêm a aparência jovem e saudável, além de preservar a qualidade de vida e o bem-estar ao tratar de patologias dermatológicas” – completa.
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