Quando se trata do comportamento das crianças, existem alguns hábitos que muitos pais acabam tendo dificuldades para lidar, assim como o desejo dos pequenos em sempre querer dormir com os genitores, costume esse que depois de uma certa idade deixa de ser saudável, tanto para a criança quanto para relação entre marido e mulher.
Um estudo feito pela Universidade do Hospital Infantil de Zurique, Suíça, mostrou que crianças que dormiram na cama dos pais até depois dos 6 meses, tiveram a tendência de seguir com esse hábito por mais tempo.
É claro que essa é uma opção dos pais, no entanto, se você acha que está na hora de seu pequeno dormir na cama dele, veja algumas dicas que a equipe da My Toy loja de Brinquedos em Três Lagoas separou para você!
Primeiro é importante entender que esse é um momento de de paz e relaxamento, e quando a decisão da transição é tomada é necessário fazer tudo com calma, carinho e diálogo, ou seja, converse com a criança e diga que ficará alí no quarto com ela até que ela adormeça. E lembre-se: não faça nada escondido, pois caso a criança acorde se vendo sozinha no ambiente e sem entender o motivo ela pode tomar um susto e consequentemente isso irá gerar uma insegurança e ainda mais dificuldade no processo.
Quando a criança se acostuma a dormir com os pais é comum a dificuldade para dormir sozinha depois, por isso é essencial persistir nas tentativas, mesmo que a criança chore. Um dos pais pode ir acalmá-la, mas o ideal é manter a decisão.
O medo do escuro é muito comum na infância, por isso se for necessário deixe alguma luz acesa, pode ser do corredor do quarto ou até mesmo de um abajur.
As vezes a criança demostra resistência, apenas pelo fato de ter se acostumado, no entanto, pode ser também que ele esteja passando por algo, por isso o ideal é sempre ficar atento aos sinais que a criança expressa. Começar o processo de transição de cama quando a criança está doente ou em algum momento em que ela esteja se sentindo mais vulnerável não é a melhor opção.
O medo também é um vilão, então ajude ela a encarar esses medos – seja “procurando e tirando” o monstro do armário ou de debaixo da cama, ou dando ferramentas para que a criança compreenda seus medos e os supere.
Portanto, é essencial entender que quanto mais demorado esse processo mais difícil fica a transição, no entanto, tudo é paciência e compreensão e quando as dicas são seguidas as chances de sucesso são ainda maiores.
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