Elegante, carismática, visionária e dona de uma simpatia que conquista todos ao seu redor, Raquel Freire Molnar é uma personalidade que inspira pela maneira como conduz sua trajetória profissional e pelas marcas que deixa na vida das pessoas.
Professora e empresária, ela encontrou na educação muito mais do que uma profissão: descobriu um propósito capaz de conectar pessoas, transformar realidades e ampliar horizontes.
Proprietária e diretora do Instituto Cultural Britânico (ICB), em Três Lagoas, Raquel celebra, em 2026, os 25 anos de história da instituição que fundou com dedicação, coragem e a convicção de que aprender um idioma pode mudar o futuro de alguém. Uma trajetória construída com trabalho, aperfeiçoamento constante e respeito por cada aluno e família que confiou em seu projeto.
“Ensinar um idioma é mais do que transmitir conhecimento: é ampliar horizontes, aproximar pessoas e criar oportunidades”. A frase resume a filosofia que acompanha sua caminhada desde o início e ajuda a compreender por que a educação ocupa um lugar tão especial em sua vida.
Uma vocação que se transformou em legado
A história de Raquel no ensino de idiomas começou em 1997, na Cultura Inglesa de Campo Grande, onde trabalhou como professora de inglês e, posteriormente, coordenadora do departamento infantojuvenil. Foi uma fase decisiva para sua formação como educadora e gestora.
Formada em Comunicação Social, com habilitação em Publicidade e Propaganda, em Campinas, ela seguiu profissionalmente por um caminho diferente de sua formação acadêmica, mas manteve a comunicação como parte essencial de seu trabalho. Afinal, ensinar uma língua também significa aproximar culturas e construir pontes entre pessoas.
Entre suas grandes referências está a saudosa Sra. Vilma Barroa, empresária que marcou sua trajetória pela visão empreendedora, ousadia e compromisso com a qualidade.
“Com ela aprendi o compromisso com a qualidade do ensino, a responsabilidade com a formação dos alunos e a importância de nunca parar de aprender”, relembra Raquel.
Esses ensinamentos contribuíram para o desenvolvimento de sua visão de liderança e fortaleceram o desejo de construir uma instituição própria, com identidade, qualidade e atenção às necessidades de cada estudante.
Em novembro de 2001, esse sonho ganhou forma com a fundação do Instituto Cultural Britânico, em Três Lagoas. Desde então, Raquel concilia a paixão pelo ensino com os desafios de administrar uma empresa, liderar equipes e manter o compromisso com a excelência.
Ao completar 25 anos, o ICB representa a continuidade de um projeto que soube preservar seus princípios e acompanhar as transformações da educação.
“Procuro manter vivos os princípios do início, unindo tradição, inovação e um olhar cuidadoso para cada pessoa”, afirma.
A educação como instrumento de transformação
Para Raquel, uma das maiores recompensas da profissão está em acompanhar a evolução dos alunos e perceber como o domínio de uma segunda língua pode abrir caminhos antes inimagináveis.
Ela celebra desde a criança ou o adolescente que conquista autonomia para se comunicar durante uma viagem até o adulto que passa a conduzir reuniões em inglês ou conquista uma oportunidade profissional graças ao idioma.
“É muito bonito ver como um idioma pode transformar uma vida e aproximar oportunidades que pareciam distantes”.
São conquistas que vão além da gramática e do vocabulário. Representam independência, autoconfiança e a possibilidade de explorar novos ambientes, culturas e experiências.
É nesse contato com as histórias individuais que Raquel encontra sentido para o trabalho desenvolvido diariamente. Cada aluno possui objetivos próprios, e acompanhar essas conquistas é uma das experiências que mais a realizam.
Talvez por isso ela não hesite ao responder se imaginaria uma carreira diferente. Para a empresária, a educação não é apenas aquilo que faz, mas parte de quem ela é.
“Com o passar dos anos, a educação deixou de ser apenas minha profissão e passou a fazer parte de quem eu sou”.
E completa com a convicção de quem encontrou sua verdadeira vocação: “Se pudesse recomeçar, escolheria o mesmo caminho. Não por falta de outras possibilidades, mas porque tive a felicidade de encontrar aquilo que realmente amo fazer”.
Tradição, inovação e visão empreendedora
Manter uma instituição de ensino por 25 anos exige planejamento, responsabilidade e capacidade de adaptação. Além da dedicação pedagógica, empreender no Brasil envolve desafios econômicos, tributários e trabalhistas, sem deixar de lado o cuidado com a equipe e a qualidade do ensino.
Um dos períodos mais marcantes dessa caminhada foi a pandemia, que exigiu criatividade e mudanças na maneira de ensinar. O momento desafiador também acelerou a ampliação das aulas on-line, criando novas possibilidades para o ICB.
Hoje, a instituição atende alunos de São Paulo, do Paraná e de outros estados, ampliando seu alcance para além de Três Lagoas e mantendo vínculos com estudantes que encontram no ensino a distância uma alternativa para continuar aprendendo.
A experiência reforçou uma convicção de Raquel: evoluir é indispensável para quem trabalha com educação. O aperfeiçoamento contínuo e as certificações internacionais Cambridge English Exams integram essa busca por qualidade e desenvolvimento profissional.
Sua trajetória mostra que tradição não significa permanecer imóvel. É preservar aquilo que dá sentido ao trabalho e, ao mesmo tempo, ter visão para acompanhar as mudanças e aproveitar novas oportunidades.
Ao olhar para tudo o que construiu, Raquel demonstra gratidão pelas pessoas que fizeram parte dessa história. Afinal, os 25 anos do ICB não representam apenas a longevidade de uma empresa, mas as inúmeras experiências, conquistas e relações que se desenvolveram ao longo desse período.
O momento ideal é hoje
Se a experiência ensinou algo a Raquel, foi a importância de não deixar os projetos para depois. Em meio à rotina atribulada, muitas pessoas adiam o sonho de aprender um segundo idioma esperando o momento perfeito: mais tempo, uma mudança profissional ou uma vida menos corrida.
Para ela, porém, o primeiro passo é justamente o que transforma a intenção em realidade.
“Minha mensagem é simples: aprender uma segunda língua é possível em qualquer fase da vida. E não deixe esse projeto para depois”.
Com dedicação e constância, explica, é possível perceber avanços importantes em seis meses e conquistar autonomia significativa para se comunicar em inglês ao longo de dois anos, respeitando o ritmo e a evolução de cada estudante.
Sua mensagem ultrapassa os limites da sala de aula. É um convite para investir em si mesmo, acreditar nas próprias possibilidades e compreender que grandes mudanças começam com decisões aparentemente simples.
“O tempo passa de qualquer maneira. A diferença está no que decidimos fazer com ele”.
A reflexão traduz também sua própria história. Desde o início como professora, em 1997, até a fundação do ICB e a celebração de seus 25 anos, Raquel construiu uma trajetória baseada em escolhas, trabalho e propósito. Uma caminhada que continua em movimento, acompanhando novas gerações e novas formas de aprender.
E, para quem ainda espera pelas condições perfeitas, ela deixa um conselho que resume sua filosofia de vida e de trabalho:
“Não espere as condições perfeitas: dê o primeiro passo, respeite o seu ritmo e seja constante. Porque o momento ideal não é amanhã, nem no próximo ano. O momento ideal é hoje!”
Um convite para novas descobertas
Ao compartilhar sua história com os leitores, Raquel faz questão de agradecer a todos que contribuíram para a trajetória do Instituto Cultural Britânico e convida a comunidade a conhecer de perto o trabalho desenvolvido pela instituição.
“Fico muitíssimo grata em poder compartilhar com vocês, leitores, um pouquinho de nossa história. Aproveito o momento para convidar a todos a nos visitarem aqui no Instituto Cultural Britânico.
Em uma cidade que cresce e se transforma, Raquel Molnar representa a força de quem acredita no conhecimento como instrumento de desenvolvimento. Sua história reúne a sensibilidade de uma educadora, a determinação de uma empreendedora e a visão de quem compreende que cada novo aprendizado pode abrir caminhos para o futuro.
Porque ensinar um idioma é apresentar novas palavras, mas também novos mundos. E construir um legado de 25 anos é participar da história de todos aqueles que passaram por ele.
