Geral

Confinamento do  JBS é origem do `fedor` em Castilho

 Em algumas semanas o confinamento da JBS em Castilho, com mais de 40 mil cabeças de gado, deve reduzir a concentração ou até concluir o tratamento intensivo dos animais.

Castilho - Antônio José do Carmo
15/10/19 às 10h02
(Antônio José do Carmo)

 Em algumas semanas o confinamento da JBS em Castilho, com mais de 40 mil cabeças de gado, deve reduzir a concentração ou até concluir o tratamento intensivo dos animais. Com isso, o assunto "mau cheiro e poeira" que atingem o loteamento do Iate Urubupungá , deve ficar esquecido.

Mas, vamos por aqui fazendo as críticas necessárias. O responsável pelo meio ambiente da Prefeitura, o engenheiro agrônomo Fabiano Teno poderia tentar um acordo com a diretoria do JBS, visitando o confinamento, observando o manejo e sugerindo as medidas necessárias para que o drama dos moradores seja minimizado.

Chegou ao nosso conhecimento que o confinamento não faz limpeza periódica dos currais. O esterco só é retirado das baias quando os animais são vendidos.

O problema da poeira intensa também prejudica os animais. Temos informações que muitos morreram sufocados. O mau cheiro aumenta, porque para diminuir a poeira, a direção do confinamento joga água sobre as fezes dos animais, provocando uma reação química que torna o ar insuportável. Um manejo correto poderia acabar com esses danos.

Acionar a CETESB e o Ministério Público, também se faz necessário, mas a empresa precisa saber que existe formas de evitar a multa ou até o cancelamento de seu registro de funcionamento, caso tenha bom senso.

A nossa reportagem tentou várias vezes manter contato com o confinamento, mas até agora não tivemos retorno. Até mesmo, pela desimportância que temos para eles.

 RECOMENDADO PARA VOCÊ
 EM DESTAQUE AGORA
VEJA TODOS OS DESTAQUES
 ÚLTIMAS EM GERAL
Franquia:
Andradina SP
Franqueado:
FLAVIA REGINA DE AVELAR GOMES 25180990858
14.225.543/0001-11
Editor responsável:
Flavia Gomes Mtb 8.016/MG
Email: ointeriorfala@gmail.com
Todos os direitos reservados © 1999 - 2026 - Grupo Agitta de Comunicação.