“O Miguel teve paralisia cerebral grave, a expectativa das coisas que ele iria conseguir eram muitas interrogações, mas sempre acreditamos que ele iria andar, falar, e se desenvolver. Hoje ele está sendo alfabetizado, já reconhece as letras, escreve o nome completo. A luta nossa começou desde o seu nascimento, ele ficou 57 dias internados, quando recebeu alta continuamos com os estímulos. Sempre perguntávamos como seria, o médico falava para dar tempo ao tempo. Ele faz fonoaudiologia, fisioterapia, terapia ocupacional desde o nascimento. Hoje ele escove os dentes, toma banho sozinho, faz capoeira, sabe nadar, está no coral da escola, adora dançar, esta feliz da vida. Posso dizer que não é fácil, vamos conseguindo vencer, vibrando com as conquistas dele, acreditando sempre. A fé acima de tudo”, Silmara Batista Maciel Silva, mãe do Miguel (9)
